- O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse ter orado pelos militares envolvidos na operação Epic Fury no Irã, como parte das decisões de política externa do governo de Donald Trump.
- As declarações foram feitas em coletiva de imprensa, ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, para apresentar atualizações sobre a operação no território iraniano.
- Hegseth afirmou que a intercessão ocorre também em sua família e em seu gabinete, e que as recomendações ao presidente são feitas com reflexão espiritual e busca por orientação.
- Ele disse que as decisões são tomadas com oração e pediu que outras pessoas também orem pela missão, pela coragem diante de possíveis repercussões negativas.
- Trump citou a oração ao anunciar a operação, e líderes cristãos reagiram: Franklin Graham instou a orar pelas autoridades e tropas, enquanto Shane Claiborne criticou a violência e destacou a reconciliação como cumprimento da fé.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, informou que tem feito orações pelos militares envolvidos em operações no Oriente Médio, em meio ao aumento das tensões com o Irã. A declaração foi apresentada como parte das decisões da política externa do governo de Donald Trump.
Durante uma coletiva de imprensa na segunda-feira, Hegseth participou ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, para atualizar sobre a Operação Epic Fury, realizada no território iraniano. O briefing detalhou o andamento da missão.
No encontro, o secretário enfatizou que a intercessão ocorre na esfera familiar e profissional, e que as decisões sobre a missão são acompanhadas de momentos de oração. Também ressaltou que as recomendações ao presidente são feitas com reflexão espiritual.
Contexto da operação Epic Fury
Hegseth afirmou que as decisões envolvem busca por sabedoria e coragem para agir, destacando que cada passo é acompanhado de oração diária pelos militares e pela missão. Ele mencionou que a repercussão potencial da operação pode exigir preparo e comunicação com a sociedade.
O presidente Donald Trump havia citado a oração ao anunciar a operação no discurso de lançamento, afirmando que o governo ora pelos militares que participam da missão. A declaração de Trump destacou o objetivo de evitar uma ameaça nuclear ao país.
Reações de líderes religiosos
Líderes cristãos reagiram de forma divergente. O reverendo Franklin Graham pediu intercessão por autoridades e tropas envolvidas, destacando o papel de proteção divina para quem protege o país. Já o ativista Shane Claiborne criticou a operação, afirmando que a violência gera mais conflito e que a fé cristã chama à reconciliação.
A cobertura acompanha o contexto de tensões entre EUA e Irã, com autoridades reforçando o aspecto espiritual das decisões tomadas em relação à missão Epic Fury. A divulgação também mantém o foco na segurança dos militares e nas repercussões diplomáticas da ação.
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