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Paquistaneses fugindo do Irã descrevem ataques que abalam o chão

Paquistaneses fugindo do Irã relatam explosões que abalam Teerã; quase mil evacuados entre 35 mil residentes, com internet instável dificultando a evacuação

Pakistani students stand next to their luggage after their reutrn from Iran, amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, in Quetta, Pakistan, March 4, 2026. Picture taken with a mobile phone.
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  • Cerca de 35 mil paquistaneses vivem no Irã, e até o momento cerca de 1.000 já foram evacuados.
  • Explosões e ataques com mísseis abalaram Teerã, com prédios em chamas e a cidade relativamente vazia.
  • O espaço aéreo da região permanece fechado ou restrito para evitar ataques a passagens.
  • Trabalhadores e estudantes fora de Teerã relatam internet ausente ou instável, dificultando as operações de evacuação.
  • Islamabad tenta manter relações com Washington enquanto apoia o Irã e busca evitar instabilidade interna ao retirar seus cidadãos.

Pakistanis que buscavam refúgio no Irã relatam explosões e ataques com mísseis em Teerã, com o solo trementemente sacudido e prédios em chamas. O conflito se intensificou nas últimas horas, segundo relatos de estudantes e trabalhadores paquistaneses que cruzaram a fronteira para o território paquistanês.

No total, cerca de 35 mil paquistaneses vivem no Irã, incluindo estudantes, empresários e peregrinos. Até o momento, aproximadamente 1.000 já foram evacuados, conforme o embaixador paquistanês em Teerã. A evacuação enfrenta dificuldades porque grande parte da região tem ficado sem internet, complicando a coordenação com autoridades.

Desafios na evacuação e cenário em Teerã

A cidade aparece deserta em alguns trechos, com relatos de ataques ocorrendo a cada poucas horas e alcance de mísseis a zonas civis próximas a instituições. Observadores governos paquistaneses permanecem em posição de vigilância diplomática, tentando manter laços com Washington e, ao mesmo tempo, apoiar cidadãos no Irã.

Profissionais paquistaneses que permaneceram descrevem danos próximos a hospitais e prédios oficiais, além de áreas universitárias atingidas. Em Brasília, o governo paquistanês afirma acompanhar a situação de perto para coordenar a retirada segura dos cidadãos. O estado atual do fornecimento de serviços de comunicação agrava a logística de evacuação.

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