- O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, afirmou que Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, mantém as mesmas ideias radicais de antes.
- Disse ainda que “mudar o homem no topo não muda o regime” e que Israel vai mirar em quem promover tais ideias contra o país.
- O Irã nomeou Khamenei para substituir Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra que EUA e Israel iniciaram contra o Irã no fim do mês passado.
- Sobre a ameaça ao tráfego de energia no Estreito de Hormuz, Danon afirmou que Israel e os EUA buscam os lançadores de mísseis iranianos e degradam suas capacidades, tornando ataques mais difíceis.
- Danon disse ainda estar otimista de que, com a redução de ataques, será mais difícil para o Irã atingir civis em Dubai ou navios no Estreito de Hormuz, que tem o fluxo de um quinto do petróleo mundial.
O embaixador dos EUA na ONU, Danny Danon, disse nesta segunda-feira que Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, mantém as mesmas ideias radicais do regime. Segundo ele, Israel mira qualquer pessoa que promova esse tipo de ideia contra o país.
Danon afirmou que a substituição no alto escalão iraniano não muda a essência do regime. Ele explicou que o objetivo é identificar e atuar contra quem espalhar a ideologia radical que representa, mantendo o foco de Israel na segurança nacional.
O comentário ocorreu durante uma coletiva de imprensa na Organização das Nações Unidas, em meio a questionamentos sobre a nomeação de Khamenei para suceder Ali Khamenei, morto no primeiro dia da guerra iniciada pelos EUA e por Israel no fim do mês anterior.
O embaixador também tratou da situação regional e das ameaças ao tráfego de energia no Estreito de Hormuz. Segundo ele, os Estados Unidos e Israel estão localizando mísseis iranianos e degradando capacidades do Irã para dificultar ataques a civis e a navios na região.
Danon mencionou ainda as operações para reduzir a capacidade de Iran de influenciar golpes e ataques nas áreas vizinhas. Afirmou que, com o tempo, os ataques contra alvos civis na região devem se tornar mais difíceis, embora não garantisse ausência total de riscos.
A tensão na região persiste em meio à vigilância internacional sobre o papel do Irã no conflito, com o Estreito de Hormuz ficando sob pressão e afetando o fluxo de petróleo e gás de торговregion. Autoridades internacionais acompanham a evolução dos acontecimentos.
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