- O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas às nações árabes do Golfo e disse que Teerã cessaria ataques contra os vizinhos, a menos que sejam atacados a partir desses países.
- Segundo ele, o conselho de liderança de três membros informou às forças armadas que não devem ocorrer ataques nem lançamento de mísseis contra países vizinhos.
- Pezeshkian pediu que a crise seja resolvida pela via diplomática e alertou as nações do Golfo para não se tornarem instrumentos do imperialismo.
- Após o pronunciamento, as interceptações continuaram sobre os Emirados Árabes Unidos e sirenes foram ouvidas no Bahrein, em meio a uma semana de bombardeios no Golfo.
- Não ficou claro se a medida entra em vigor de imediato.
Masoud Pezeshkian, presidente do Irã, pediu desculpas às nações árabes do Golfo e anunciou que Teerã cessaria ataques contra vizinhos, a menos que houvesse ofensivas contra o Irã partindo desses países. A declaração foi feita nesta manhã de sábado, transmitida pela televisão estatal.
Segundo o presidente, o conselho de liderança temporário de três membros determinou que não devem ocorrer ataques contra países vizinhos nem lançamento de mísseis, a menos que o Irã seja atacado de lá. Ele afirmou que a diplomacia deve prevalecer para evitar conflitos na região.
Pezeshkian ressaltou a necessidade de resolver questões via diplomacia e pediu que as nações do Golfo não se tornem instrumentos de potências externas. Ainda não ficou claro se a medida entra em vigor de imediato, enquanto o alerta militar permanece na região.
Situação no Oriente Médio
As Nações Unidas e aliados observam uma escalada entre os Estados Unidos, Israel e o Irã, com ataques de retaliação no contexto do programa nuclear iraniano. Em meio ao conflito, voos e atividades aéreas próximos aos Emirados Árabes Unidos sofreram interrupções e medidas de segurança foram reforçadas.
Relatórios de mídia estatal mencionam que o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, foi citado em meio aos ataques de retaliação. Autoridades iranianas e oficiais americanos mantêm posições de disparo de mensagens de deterrência, com riscos ainda em avaliação.
Observadores apontam que o desenvolvimento diplomático pode influenciar a dinâmica regional, especialmente em relação a bases militares estrangeiras na região. A comunidade internacional acompanha o desenrolar dos próximos dias com atenção aos esforços de desescalada.
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