- EUA anunciaram ataque cinético contra embarcação no Pacífico Oriental, cuja tripulação era suspeita de tráfico de drogas; seis pessoas morreram e nenhum militar norte-americano ficou ferido; ataque ocorreu no domingo, oito.
- Comando Sul afirmou que a embarcação era operada por organizações designadas como terroristas e seguia rotas conhecidas de tráfico na região.
- As informações oficiais indicam que pelo menos cento e cinquenta e sete pessoas foram mortas em quarenta e cinco ataques desde o início da Operação Lança do Sul, em setembro de 2025.
- A administração dos Estados Unidos não apresentou provas sólidas de envolvimento direto das embarcações em tráfico, gerando debate sobre a legalidade das ações.
- Parte da frota permanece na região, enquanto o grupo do porta-aviões USS Ford foi deslocado para o Oriente Médio; a ação ocorre após a cooperação com o Equador em operação conjunta na semana anterior.
O Exército dos Estados Unidos informou que realizou um ataque cinético contra uma embarcação no Pacífico Oriental, alegadamente operada por redes ligadas ao tráfico de drogas. O ataque deixou seis suspeitos mortos e não houve feridos entre militares norte-americanos. A operação ocorreu neste domingo, segundo o Comando Sul dos EUA.
Conforme o comunicado divulgado pela instituição, a embarcação circulava por rotas conhecidas de tráfico na região e participava de atividades operacionais de traficantes. O comando destacou que o ataque foi executado por forças dos EUA e que houve confirmação por meio de serviços de inteligência.
Dados oficiais apontam que, desde o início da Operação Lança do Sul, em setembro de 2025, já ocorreram 45 ataques, resultando em 157 mortes. As autoridades ressaltaram que a campanha visa combater o tráfico de drogas na América Central, América do Sul e Caribe.
O Comando Sul confirmou que parte da frota destacada na região continua ativa, enquanto o grupo do porta-aviões USS Ford foi direcionado ao Oriente Médio. A ação ocorre no contexto de novas iniciativas de cooperação militar regional.
Essa operação ocorre dias após a apresentação da iniciativa Escudo das Américas, em Miami, com a participação de líderes latino-americanos de direita. O objetivo declarado é criar uma coalizão contra o que os EUA chamam de narcoterrorismo.
O governo norte-americano também sinalizou disponibilidade para ações adicionais, incluindo possíveis operações terrestres, caso haja falta de cooperação de governos da região. Autoridades ressaltaram que o uso de força depende de circunstâncias operacionais.
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