- A Guarda Revolucionária Iraniana disse que não permitirá a entrada de petróleo pelo estreito de Ormuz enquanto persistirem ataques dos EUA e de Israel, afirmando que “somos nós que determinaremos o fim da guerra”.
- O presidente Donald Trump disse que pode lançar ataques “20 vezes mais duros” contra Irã caso continue bloqueando o tráfego de crude; o preço do petróleo caiu quase 6%, chegando a cerca de US$ 93,5 por barril.
- Emiratos Árabes Unidos, Kuwait, Baréin e Arábia Saudita reportaram novos ataques em território próprio; a milícia libanesa Hizbolá lançou drones e cohetes contra Israel, que respondeu com bombardeios no sul do Líbano.
- Turquía desplegou uma bateria Patriot de defesa antiaérea na província de Malatya, em coordenação com a OTAN, depois de derribos de mísseis iranianos no espaço aéreo turco.
- O Irã afirmou que China, Rússia e França buscaram discutir um possível alto el fogo, desde que a agressão não se repita; o país sustenta que se defende e não inicia conflitos.
La Guardia Revolucionaria iraní respondeu às declarações de Donald Trump de que a guerra estaria quase encerrada. O grupo afirmou que não permitirá a passagem de petróleo pelo estreito de Ormuz enquanto os ataques de EUA e Israel persistirem e que vai determinar o fim do conflito. Trump respondeu repetindo ameaças de ataques mais intensos.
O preço do petróleo caiu, com o barril em torno de 93,5 dólares, queda próxima de 6%. O recuo acontece mesmo após Trump sinalizar possível endurecimento de medidas. Observadores apontam que a volatilidade segue alta diante dos confrontos na região.
Ataques e eventos em curso
Em detalhes, Emiratos Árabes Unidos, Kuwait, Baréin e Arábia Saudita reportaram novos bombardeios durante a madrugada. Fontes oficiais indicam interceptação de mísseis e drones provenientes do Irã. Enquanto isso, a milícia Hezbollah de Líbano lançou drones e foguetes contra alvos em Israel, que respondeu com ataques no sul do Líbano.
Ao mesmo tempo, Israel efetuou operações no sul de Líbano que resultaram em vítimas e danos a posições militares. O Ministério da Saúde libanês informou pelo menos 12 mortos e dezenas de feridos em quatro localidades das governadorias de Nabatieyeh e Bint Jbeil.
Iran responde e novas leituras
O Irã afirmou que seus mísseis estão mais potentes desde o início do conflito e que pode ampliar o alcance das ações. Em comunicado divulgado pela agência Fars, Teerã disse estar pronto para expandir a guerra, condicionando a segurança ao equilíbrio de forças na região.
Autoridades iranianas também disseram ter recebido contatos de China, Rússia e França sobre um possível alto o fogo, desde que a agressão não se repita. Oficialmente, o Irã sustentou que não iniciou a agressão e defendeu sua defesa.
Outros desdobramentos regionais
No cenário político, o novo líder supremo iraniano, Mojtaba Jameneí, foi apresentado como figura que mantém fortes laços com a Guarda Revolucionária. O anúncio ocorre em meio a pressões externas e internas, sem indicar mudanças imediatas na linha de resistência do regime.
No stadium internacional, perguntas sobre mediação e próximos passos permanecem em aberto, com a imprensa acompanhando ações de governos e aliados da região. Em paralelo, cinco jogadoras da seleção feminina iraniana permaneceram na Austrália após solicitar asilo, em meio a protestos internos.
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