- O Kremlin afirmou que as interrupções de internet móvel em Moscou e em outras grandes cidades foram para segurança e estão de acordo com a lei.
- O porta-voz Dmitry Peskov disse que desconexões e restrições de comunicação são feitas em estrita conformidade com a legislação vigente.
- O impacto dessas medidas sobre empresas precisa de análise adicional, e serão propostas soluções.
- Em uma ligação na segunda-feira, após encontro entre o presidente Vladimir Putin e o presidente dos EUA, Donald Trump, a conexão do assessor de política externa do Kremlin, Yuri Ushakov, caiu pelo menos três vezes.
- Nas últimas semanas, o Kremlin tem bloqueado aplicativos de mensagens como Telegram e WhatsApp, promovendo o serviço estatal MAX, considerado pelos críticos menos seguro.
O Kremlin afirmou que as recentes interrupções de internet móvel em Moscou e outras grandes cidades foram adotadas para garantir a segurança, e que as ações estão em conformidade com a lei. A informação foi dada pelo porta-voz Dmitry Peskov em contato com jornalistas.
Peskov ressaltou que todas as desconexões e restrições de comunicação são feitas dentro do respaldo legal vigente. A justificativa apresentada é a necessidade de manter a segurança, sem detalhar critérios específicos de aplicação.
O porta-voz indicou ainda que o impacto dessas medidas sobre empresas requer avaliação adicional, e que serão apresentadas soluções para os problemas identificados. A declaração foi feita após questionamentos sobre efeitos econômicos.
Impactos e contexto técnico
Relatos de Monday mostraram que a ligação de Yuri Ushakov, assessor de política externa do Kremlin, foi cortada ao menos três vezes durante uma chamada com repórteres, após o telefonema do presidente Vladimir Putin ao presidente dos EUA, Donald Trump.
Nos últimos meses, o Kremlin tem adotado medidas para bloquear aplicativos de mensagens como Telegram e WhatsApp, promovendo o serviço estatal MAX. Críticos destacam preocupações sobre segurança e robustez dessas plataformas.
As autoridades russas não forneceram detalhes sobre critérios de desbloqueio ou sobre a duração das interrupções, limitando-se a afirmar que as ações visam a segurança pública. A propaganda de serviços estatais de comunicação permanece em evidência nos comunicados oficiais.
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