- Eswatini informou ter recebido quatro novos deportados de terceiros países vindos dos Estados Unidos, totalizando pelo menos 19 pessoas nessa condição.
- Entre os quatro novos envolvidos estão dois nacionais somalis, um sudanês e um tanzaniano.
- Deportados anteriores, recebidos em julho do ano passado, incluíram vietnamitas, cubanos, laos e iemenitas.
- O governo de Eswatini recebeu 5,1 milhões de dólares do governo dos Estados Unidos para abrigar os deportados.
Eswatini informou nesta quinta-feira ter recebido mais quatro deportados de terceiros países vindos dos Estados Unidos, elevando o total para pelo menos 19. O anúncio acompanha a prática da administração norte-americana de ampliar ações de imigração.
Entre os novos deportados, dois são da Somália, um do Sudão e um da Tanzânia. Anteriormente, em julho do ano passado, chegaram pessoas de Vietnã, Cuba, Laos e Iêmen.
Um advogado de parte do grupo anterior, Alma David, informou à Reuters que um cidadão cambojiano, Pheap Rom, deveria ser repatriado, sendo o segundo a ser libertado após outro homem ter sido devolvido à Jamaica no ano passado.
O governo dos EUA pagou a Eswatini 5,1 milhões de dólares para receber os deportados, de acordo com a declaração oficial. O país africano é descrito como signatário de acordos em segredo com Washington.
Natureza do acordo e contexto
Segundo o comunicado, a Eswatini cumpre o acordo, recebendo mais um contingente de nacionais de outros países. O reino é uma monarquia absoluta sob o governo do rei Mswati III.
A Eswatini tem sido citada entre países africanos que mantêm acordos semelhantes com os EUA, segundo informações públicas. Em fevereiro, o tribunal local rejeitou uma ação que contestava o acordo, embora haja recurso.
Situação legal e desdobramentos
Mesmo após cumprirem pena em solo norte-americano, os deportados permanecem presos em Eswatini. O governo afirma que há engaging contínuo com os países de origem para tratar cada caso. A operacionalização dos repatriados segue sob supervisão judicial e administrativa.
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