- Donald Trump afirmou que a participação da seleção do Irã na Copa do Mundo não é apropriada por questões de segurança.
- O ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, disse que o Irã não estará no torneio por não haver condições mínimas de segurança após ataques recentes.
- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, informou ter conversado com Trump sobre a recepção ao Irã, mas a declaração atual complica a situação.
- O Irã está no grupo G, com Bélgica, Egito e Nova Zelândia; os jogos no território dos Estados Unidos ocorrem em Los Angeles e Seattle.
- Se confirmar a desistência, o Irã seria o primeiro país a abrir mão de disputar a Copa desde 1950.
Donald Trump disse nesta quinta-feira, 12, que não considera apropriada a participação da seleção do Irã na Copa do Mundo deste ano, a ser realizada entre junho e julho nos EUA, no México e no Canadá. Segundo o presidente dos EUA, a presença iraniana colocaria em risco a segurança dos jogadores.
O ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou na imprensa estatal que a seleção não vai ao torneio por não haver condições mínimas de segurança após ataques ao aiatolá Ali Khamenei. Ele citou retaliações e tensões no Oriente Médio como motivo para a ausência.
Reação e desdobramentos
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, informou ter conversado com Trump na véspera e dito que o país foi informado de que a seleção iraniana era bem-vinda. A nova mensagem de Trump nesta quinta indica uma avaliação diferente sobre o tema.
A seleção iraniana está no grupo G, junto com Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Caso confirme a ausência, os jogos marcados para os EUA seriam substituídos por outras equipes, conforme o regulamento da fase de grupos.
Impactos no esporte e histórico
O relacionamento entre política e esporte já trouxe impactos na região, inclusive com o futebol feminino iraniano vivenciando protestos e quedas de atletas que pediram asilo em competições no exterior. Os desdobramentos seguem sob avaliação das entidades envolvidas.
If confirmed, o Irã seria o primeiro país a desistir de enviar uma seleção para uma Copa em 76 anos, desde a edição de 1950, no Brasil, quando várias seleções já haviam desistido antes do torneio começar.
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