- Em coletiva no Pentágono, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, estaria ferido e possivelmente desfigurado, e que a liderança iraniana estaria escondida em bunkers em áreas civis.
- Hegseth disse que a direção do regime estaria desesperada, com capacidades bélicas cada vez mais fracas, sob pressão dos EUA na guerra regional.
- Segundo ele, nem a voz nem a imagem de Khamenei teriam aparecido em seu primeiro pronunciamento à nação, lido pela televisão estatal iraniana.
- O secretário afirmou que os EUA teriam várias opções no Estreito de Ormuz, destacando a suposta fragilidade do regime.
- O material menciona ainda imagens de arquivo de comícios e mísseis, bem como avaliações de especialistas para contextualizar a situação do líder iraniano e as respostas americanas na região.
O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta sexta-feira que Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, está ferido e provavelmente desfigurado, e que a liderança do regime se esconde em bunkers em áreas civis. A declaração foi feita em coletiva no Pentágono.
Hegseth disse que o Irã tem a liderança sob pressão, com capacidades bélicas cada vez mais debilitadas e o país subjugado pelos EUA na guerra. Ele acrescentou que nem a voz nem a imagem de Khamenei apareceram em seu primeiro pronunciamento à nação, lido na TV estatal iraniana, e descreveu a liderança como desfigurada e oculta.
O relato também aponta que Mojtaba Khamenei tem sido visto apenas em escritos de pronunciamentos oficiais, com menções à fragilidade do regime. O secretário afirmou que os EUA possuem várias opções no Estreito de Ormuz. O material cita ainda referências a situações anteriores, incluindo críticas à imprensa norte-americana e a percepção de redução de capacidades militares no Irã.
Contexto estratégico
Imagens de arquivo de comícios e de mísseis são utilizadas para contextualizar a suposta situação do líder iraniano e as reações norte-americanas à tensão na região do Oriente Médio. Especialistas e autoridades militares são citados para embasar a leitura de cenário descrita pela reportagem.
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