Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Presidente cubano, sob pressão econômica e de Trump, falará à imprensa

Diaz-Canel fala à mídia cubana em meio à crise econômica e à pressão de Trump, reiterando disposição para negociação com os EUA, se houver respeito e sem precondições

Cuban President Miguel Diaz-Canel attends a plenary session of the Eurasian Economic Forum in Minsk
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente de Cuba, Miguel Díaz‑Canel, fará uma declaração à mídia cubana na sexta-feira, em uma aparição rara, às 7h30 (horário de verão de Cuba).
  • A imprensa estrangeira não foi convidada e, se houver perguntas, elas devem vir de jornalistas nacionais cuidadosamente selecionados.
  • O governo disse que o pronunciamento continua um evento de 5 de fevereiro, quando Díaz‑Canel alertou para a possibilidade de medidas extremas diante da crise econômica, de apagões e de escassez de combustível.
  • Díaz‑Canel reiterou disposição para manter conversas com os Estados Unidos, desde que Cuba seja tratada com respeito e sem pré‑condições.
  • O governo cubano nega encontros oficiais com autoridades dos Estados Unidos, apesar de relatos de negociações por canais informais; Trump intensificou pressão após ações contra a Venezuela, principal aliado econômico de Cuba.

Miguel Diaz-Canel, presidente de Cuba, deve falar à imprensa neste sexta-feira, em Havana, em uma aparição rara. O pronunciamento ocorre em meio a uma grave crise econômica e à pressão crescente do governo dos EUA, liderado por Donald Trump.

Segundo anúncio do governo cubano, o discurso será às 7h30 (horário de Cuba). A presença não envolve imprensa estrangeira, que não foi convidada, e, se houver perguntas, elas devem ser feitas por repórteres nacionais previamente aprovados.

A fala se apresenta como continuidade de um evento de 5 de fevereiro, quando Diaz-Canel alertou para a adoção de medidas extremas diante do cenário econômico, com frequentes quedas de energia e escassez de combustível agravadas pelo bloqueio promovido pelos Estados Unidos.

Dias-Canel também sinalizou disposição para dialogar com Washington, desde que Cuba seja tratado com respeito e sem condições prévias. O governo cubano nega encontros oficiais com autoridades americanas, mas não descartou discussões em via não institucional.

O contexto envolve declarações recentes de Trump sobre negociações de alto nível com representantes cubanos e o fim de apoio externo relevante, após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro e a interrupção do abastecimento de petróleo venezuelano a Cuba.

Trump tem feito comentários sobre a situação cubana, afirmando que o país está à beira do colapso ou de um acordo com os EUA. Em declarações públicas, ele mencionou a possibilidade de intervenção, com tom de cautela e expressões vagas sobre o desfecho.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais