- Embaixada dos EUA em Bagdá foi atingida neste sábado, dia 14.
- Forças iranianas haviam ameaçado destruir infraestrutura de energia de empresas que cooperam com os EUA, caso instalações de energia fossem atacadas.
- Donald Trump afirmou ter obliterado alvos militares na Ilha Kharg, mas deixou a infraestrutura de petróleo intacta.
- Os EUA tinham atacado, na sexta-feira, alvos militares no principal centro petrolífero do Irã, a Ilha Kharg, em meio a tensões ligadas ao Estreito de Ormuz.
- A Ilha Kharg é o terminal de exportação de 90% das remessas de petróleo do Irã e fica a 483 quilômetros a noroeste do Estreito.
A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, no Iraque, foi atingida por um míssil neste sábado (14). O ataque ocorreu em um momento de tensão regional entre EUA e atores regionais, com explicações ainda em apuração. Não houve confirmação inicial sobre feridos ou danos materiais.
As Forças Armadas do Irã haviam feito ameaças de retaliar infraestruturas de petróleo e de energia ligadas a empresas que cooperam com os EUA, caso suas próprias instalações fossem atacadas. As declarações surgem em meio a uma escalada de retórica entre Washington e Teerã.
Ao mesmo tempo, observadores reportam que o episódio ocorre após declarações de autoridades americanas sobre ações contra a infraestrutura petrolífera iraniana. Em 13 de julho, Trump afirmou ter alvo atingido na Ilha Kharg, principal terminal de exportação do Irã, com a ameaça de manter estruturas de energia intactas.
Ilha Kharg
Segundo o governo dos EUA, foram atacados alvos militares na Ilha Kharg, centro petrolífero do Irã, em resposta a bloqueios no Estreito de Ormuz. A ilha é o principal elo de exportação do petróleo iraniano, respondendo por uma parcela significativa das remessas globais.
Trump afirmou, em rede social, que os alvos militares teriam sido obliterados, enquanto a infraestrutura de petróleo continuaria preservada. A localização da ilha fica a cerca de 483 km ao noroeste do Estreito de Ormuz, servindo como polo logístico do petróleo iraniano.
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