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Papa Leão denuncia violência na guerra do Irã e pede cessar-fogo

Papa Leão XIV pede cessar-fogo imediato na guerra contra o Irã, ressaltando violência atroz e preocupação com o Líbano e a região

Pope Leo XIV salutes faithful during a visit to the parish complex of Sacro Cuore di Gesu in Ponte Mammolo, where he stressed that conflicts cannot be resolved through war and called for continuous dialogue for peace, on the outskirts of Rome, Italy, March 15, 2026 REUTERS/Matteo Minnella
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  • O papa Leão XIV pediu cessar-fogo imediato na guerra entre EUA e Israel contra o Irã, destacando a violência atroz que tirou milhares de vidas civis e causou sofrimento na região.
  • Em oração de Angelus na Praça de São Pedro, ele afirmou que a violência não traz justiça, estabilidade nem paz.
  • O apelo foi dirigido aos responsáveis pelo conflito, em nome dos cristãos do Oriente Médio e de todas as pessoas de boa vontade.
  • Leão XIV mencionou a situação no Líbano, devastado pela guerra entre Israel e o Hezbollah, aliado ao Irã, e afirmou estar preocupado.
  • Durante visita a uma paróquia de Roma, o papa afirmou que a guerra não resolve problemas e criticou quem invoca Deus para justificar assassinatos.

O Papa Leão XIV pediu neste domingo um cessar-fogo imediato na guerra envolvendo EUA, Israel e Irã, lamentando a violência que, segundo ele, ceifou vidas de civis e provocou sofrimento na região. O apelo foi feito durante a oração dominical na Praça de São Pedro.

Na ocasião, o pontífice afirmou que essa violência não traz justiça nem paz duradoura e ressaltou o impacto humano do conflito. Ele falou em nome dos cristãos do Oriente Médio e de pessoas de boa vontade, pedindo fim das hostilidades.

O Papa também destacou a gravidade da situação no Líbano, país assolado por confrontos entre Israel e o grupo Hezbollah, que recebe apoio do Irã. Ele reiterou a necessidade de diálogo para promover soluções estáveis para o bem do povo libanês.

Situação no Líbano preocupa

Durante uma visita a uma paróquia de Roma, o pontífice afirmou que a guerra não resolve problemas e criticou quem utiliza referências religiosas para justificar assassinatos. O discurso reforçou a importância de caminhos diplomáticos para a região.

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