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Trump avisa que futuro será ruim se aliados não ajudarem com Ormuz

Trump cobra ajuda da Otan para proteger o Estreito de Ormuz; sem resposta dos aliados, futuro da aliança pode ficar muito ruim

Presidente dos EUA, Donald Trump
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  • O presidente Donald Trump afirmou que a Otan terá um futuro “muito ruim” se os aliados não ajudarem a garantir a segurança do Estreito de Ormuz.
  • Ele pediu que países da Otan contribuam para manter a rota marítima sob controle, inclusive com navios de guerra e, se necessário, caça-minas.
  • Trump elogiou a ajuda dos EUA à Ucrânia e disse que espera reciprocidade dos parceiros europeus para Ormuz.
  • O presidente citou ameaças vindas do litoral iraniano e sugeriu que aliados ajudem a lidar com drones e minas navais no Golfo.
  • Ele criticou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, pela falta de apoio imediato aos ataques EUA-Israel contra o Irã, afirmando que a Otan funciona como via de mão única.

Donald Trump afirmou neste domingo que a Otan terá um futuro muito ruim se os aliados não ajudarem a garantir a segurança do Estreito de Ormuz, rota marítima controlada pelo Irã. O tom foi direto e dirigido principalmente aos países europeus.

Em entrevista por telefone ao Financial Times, o presidente destacou que países que se beneficiam do estreito deveriam colaborar para evitar impactos negativos à aliança. Ele disse que, se não houver resposta favorável, o cenário para a Otan será ruim.

Trump apontou que os EUA já apoiam a Ucrânia na guerra contra a Rússia e questionou se outros parceiros manterão o compromisso caso a situação se extensione ao Ormuz. Ele sugeriu que qualquer assistência necessária poderia incluir navios caça-minas.

Contexto e solicitações

O presidente sinalizou a possibilidade de que aliados contribuam com ações para enfrentar ameaças vindas do litoral iraniano, incluindo forças que operam na área do Golfo. Ele reiterou a necessidade de cooperação para enfrentar drones e minas navais.

Trump também citou frustrações com a posição do Reino Unido e do primeiro-ministro, Keir Starmer, dizendo que o país poderia ser o aliado mais antigo, mas não enviou apoio imediato aos ataques conjuntos EUA-Israel contra o Irã.

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