- A Emirates retomará operações limitadas no principal aeroporto de Dubai após um incidente com drone que provocou paralisação de sete horas.
- A interrupção suspendeu parte da programação desta segunda-feira, em meio aos desdobramentos da guerra com o Irã.
- O incidente causou um incêndio próximo a um tanque de combustível, levando as aeronaves a circularem fora do aeroporto; o fogo foi contido e não houve feridos.
- Voos têm sido desviados para Dubai World Central ou para o aeroporto de Abu Dhabi; alguns aparelhos retornaram aos seus pontos de origem no Reino Unido, Irlanda, Paquistão e Índia.
- A operação continua restrita devido ao fechamento do espaço aéreo e aos ataques com drones e mísseis que afetam a região.
A Emirates informou que retomará operações limitadas no principal aeroporto internacional de Dubai após um incidente com drone que interrompeu voos por mais de sete horas. O evento ocorreu no contexto da guerra com o Irã, que afeta o hub de aviação.
A paralisação, a mais longa desde a retomada de voos em Dubai, ocorreu três dias após o início dos conflitos. Um incêndio em um tanque de combustível próximo ao aeroporto levou as equipes de emergência a atuar e a aeronaves a circularem fora da área operável.
A Emirates, maior operadora do aeroporto, manteve voos suspensos durante a noite e pediu aos passageiros que não se dirigissem ao local. A polícia fechou várias vias de acesso ao aeroporto.
Operações em retomar
Depois da contenção do fogo, a empresa informou que iniciaria uma retomada gradual com voos limitados. Desvios contribuíram para atrasos e reordenação da malha internacional.
Voos estão sendo redirecionados para Dubai World Central e para o aeroporto de Abu Dhabi, conforme dados de monitoramento aéreo. Algumas aeronaves já retornaram a seus destinos no exterior.
Contexto do ambulente
Dubai vem lidando com ataques ligados ao conflito com o Irã desde o início do confronto. Ao todo, já houve interrupções e danos a infraestruturas locais, afetando horários e rotas.
Intervenções de defesa aérea, interceptações de mísseis e drones geram atrasos frequentes, além de reduzir a capacidade operacional do maior centro de conexões da região.
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