- A Argentina formalizou, nesta terça-feira 17, a saída da Organização Mundial da Saúde (OMS), decisão anunciada há um ano, segundo o ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno.
- A medida segue o exemplo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e conta com o apoio de seu aliado, o presidente argentino, Javier Milei.
- O governo criticou a atuação da OMS no combate à Covid-19, dizendo que as recomendações não funcionam por se basearem em interesses políticos.
- A Argentina afirmou que continuará promovendo cooperação internacional em saúde por meio de acordos bilaterais e fóruns regionais, preservando sua soberania.
- O Ministério das Relações Exteriores informou que o anúncio concluiu o processo dentro dos prazos estabelecidos pelos tratados internacionais.
A Argentina formalizou nesta terça-feira, 17, a saída da Organização Mundial da Saúde (OMS). A decisão foi anunciada pelo ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, e segue o caminho iniciado há um ano.
A medida acompanha o exemplo do presidente dos EUA, Donald Trump, e ocorre em alinhamento com o líder argentino Javier Milei, aliado de Washington. O governo criticou a atuação da OMS no enfrentamento da Covid-19.
Segundo Quirno, as recomendações da OMS não funcionam conforme a Argentina entende, citando base política em vez de científica. O governo afirmou que manterá cooperação internacional por meio de acordos bilaterais e fóruns regionais.
O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o país concluiu o processo dentro dos prazos previstos em tratados internacionais, mantendo soberania para decidir sobre políticas de saúde e mantendo o foco em cooperação global onde for conveniente.
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