- Nesta segunda-feira, 16, cubanos enfrentam o sexto apagão nacional em um ano e meio, atingindo toda a ilha.
- O governo atribui a crise à escassez de combustível e a falhas em usinas termelétricas antigas, em um sistema elétrico considerado obsoleto.
- A recuperação do fornecimento costuma ser lenta e depende da retomada gradual das centrais de geração.
- A crise se agrava após o bloqueio dos Estados Unidos ao petróleo enviado pela Venezuela, o que reduziu o abastecimento necessário.
- Em meio à crise, Donald Trump afirmou ter a “honra de tomar Cuba”, gerando repercussão internacional.
O sexto apagão nacional em um ano e meio atingiu Cuba nesta segunda-feira (16). Segundo o governo, a queda de energia decorre da escassez de combustível e de falhas em usinas termelétricas antigas, em um sistema elétrico considerado obsoleto. A recuperação é gradual e depende da reativação das centrais.
A interrupção atingiu toda a ilha, deixando milhões sem luz e impactando serviços básicos. Autoridades cubanas destacam que o racionamento de combustível agrava o quadro, dificultando a operação contínua das usinas.
A crise energética também é associada à redução de abastecimento externo de petróleo, em razão de bloqueios econômicos envolvendo os Estados Unidos e a Venezuela, o que compromete a disponibilidade para manter a geração em funcionamento.
Durante o agravamento da situação, houve repercussão internacional após declarações de um ex-presidente dos EUA, que indicou ter a intenção de tomar Cuba. As razões oficiais para a continuidade do fornecimento de energia permanecem sob avaliação das autoridades cubanas.
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