- A Otan decidiu suspender a missão no Iraque (MNI), com todas as atividades paralisadas por questões de segurança.
- Cerca de 270 dos quase 600 militares da MNI são espanhóis; a maior parte do contingente fica em Bagdá.
- A suspensão não encerra a missão de forma definitiva; ela pode ser retomada se as condições variarem, mas o pessoal será evacuado.
- Espanha já está preparando a evacuação e realocação de seu efetivo; houve evacuação de quase 70 militares ligados à coalizão contra o Estado Islâmico na operação Inherent Resolve.
- A MNI foi criada em 2018 para oferecer assessoria às instituições de segurança iraquianas, não atuando em combate; um tenente-general espanhol, Ramón Armada, deveria assumir o mando a partir de maio.
A OTAN suspende sua missão no Iraque (MNI), decidindo interromper todas as atividades devido ao agravamento da segurança. A medida afeta cerca de 600 militares, dos quais aproximadamente 270 são espanhóis.
Fontes associadas confirmam que a suspensão é temporária e pode ser retomada caso as condições melhorem. O objetivo é evitar riscos para o monitoramento e o suporte a instituições iraquianas.
Atualização sobre a missão
A decisão ocorreu em meio a ataques recentes que atingiram bases ocidentais e levantaram preocupações sobre segurança. França registrou perdas em ataque com drone, aumentando o peso das avaliações.
A Espanha está organizando a evacuação e a realocação do seu pessoal, conforme informou a ministra da Defesa, Margarita Robles, em base aérea de Albacete, com o Rey presente em demonstração tecnológica.
No fim de semana anterior, Espanha já evacuou quase 70 militares de operações especiais ligados à coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico, em operações separadas da MNI.
A MNI foi lançada em 2018 para fortalecer instituições de segurança no Iraque, com apoio a ministérios, à Oficina de Segurança Nacional e a centros de ensino militar. A missão não é de combate, concentrando-se em Bagdá.
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