- A comunidade de inteligência dos EUA afirma que, no momento, a China não planeja invadir Taiwan em 2027.
- O relatório anual sobre ameaças globais diz que Pequim prefere unificação sem uso de força, quando possível.
- A China sinaliza a opção de usar força para alcançar a unificação, se necessário, para conter o que vê como ameaça dos EUA.
- O documento foi elaborado pela comunidade de Inteligência dos EUA e divulgado na quarta-feira.
O Serviço de Inteligência dos Estados Unidos afirmou, em relatório anual sobre ameaças globais, que a China não planeja invadir Taiwan em 2027. A conclusão integra a avaliação de agências de inteligência norte-americanas.
Segundo o documento, a China mantém a ameaça de uso da força para forçar a unificação, caso considere necessário. No entanto, busca, se possível, alcançar a unificação sem recorrer à força.
As observações foram divulgadas por autoridades de inteligência dos EUA, em nota publicada no relatório de ameaças globais. A avaliação analisa as relações entre EUA, China e Taiwan em um contexto de ascensão chinesa.
O relatório foi divulgado nesta quarta-feira como parte da avaliação anual de riscos globais. O objetivo é oferecer aos formuladores de política dados objetivos sobre ações e intenções da China, segundo fontes da Reuters.
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