- A Marfrig Global Foods, dona da Sadia, afirma que não houve impacto logístico relevante no Oriente Médio e mantém as vendas, apostando em demanda aquecida.
- A fábrica em Dammam, na Arábia Saudita, continua operando normalmente; a unidade foi inaugurada em dois mil e vinte e um e tem capacidade para cem mil toneladas por ano.
- A região tem mostrado crescimento da demanda por alimentos processados, com destaque para Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.
- A presença na região é estratégica, facilitando logística de exportação para outros países do Oriente Médio e Norte da África, além de foco em qualidade e inovação.
- A Marfrig segue investindo em expansão, inovação e sustentabilidade para fortalecer a Sadia e ampliar participação de mercado na região.
A Marfrig Global Foods, controladora da Sadia, afirma que não houve impacto logístico relevante no Oriente Médio, mesmo diante das tensões na região. A companhia mantém vendas e aposta em uma demanda aquecida.
A operação na Arábia Saudita, onde fica a fábrica de Dammam, continua funcionando normalmente. A unidade foi inaugurada em 2021 e tem capacidade produtiva de cerca de 100 mil toneladas por ano.
A tensão regional não alterou o funcionamento da empresa, que diz manter gestão de riscos eficiente e proteger suas operações contra possíveis impactos políticos ou logísticos.
Estrutura e estratégia na região
A Marfrig destaca crescimento estável na demanda por alimentos processados na região, com foco em Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait. A expansão busca atender ao consumo local com produtos de qualidade e inovação.
A presença na região facilita a logística de exportação para outros países do Oriente Médio e Norte da África, fortalecendo a posição da empresa no mercado regional.
A Sadia, marca líder da Marfrig na área, não apenas mantém posição, mas busca ampliar participação com produtos alinhados às preferências locais.
A Marfrig segue investindo na ampliação da capacidade produtiva, em inovação, tecnologia e sustentabilidade, para sustentar o crescimento esperado nos próximos anos.
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