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Reino Unido reduz ajuda, corta financiamento para África, foca em conflitos

Reino Unido reduz ajuda externa na África, priorizando países em conflito, com 1,4 bilhão de libras por ano para as necessidades humanitárias mais urgentes

British Foreign Secretary Yvette Cooper delivers a statement on Arctic Security, at the House of Commons in London, Britain, January 19, 2026.
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  • o britânico vai reduzir a ajuda internacional em boa parte da áfrica, priorizando países afetados por conflitos, para financiar o aumento de defesa.
  • a secretária de Relações Exteriores, yvette cooper, disse que o financiamento para sudão, ukraine, lebanon e territórios palestinos será protegido.
  • o governo pretende gastar cerca de £ 1,4 bilhão por ano, nos próximos três anos, nos lugares com maior necessidade humanitária.
  • a ajuda bilateral para outros países será reduzida; haverá descontinuidade da assistência bilateral a países do grupo dos 20, exceto a turquia, que abriga grande população refugiada; a África e o Oriente Médio terão cortes em subsídios diretos.
  • a abordagem é de parceria, não paternalismo, com foco em transformar britânica de doadora para investidora; manter apoio a mulheres e meninas e investir cerca de £ 6 bilhões para ajudar quem sofre com mudanças climáticas.

Britain vai reduzir o orçamento de ajuda internacional em grande parte da África e priorizar países afetados por conflitos, anunciando mudanças após cortar gastos de desenvolvimento para financiar defesa. A decisão foi apresentada em Londres, nesta quinta-feira.

O governo informou que cerca de 1,4 bilhão de libras por ano serão destinados aos locais com maior necessidade humanitária nos próximos três anos. Países fora dessa prioridade verão redução direta de ajuda bilateral.

Asecretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, afirmou que o financiamento a Sudão, Ucrânia, Líbano e aos territórios palestinos estaria protegido. Aberturas para reformular vêm com a transição de ajuda direta para atuação como investidor e parceiro, afirmou.

Segundo Coop er, o corte atingirá África e Oriente Médio, com exceções ainda em desenvolvimento. Países como Somália e Iêmen permaneceriam prioridades, porém com cortes em subsídios diretos.

A estratégia mantém o foco em apoiar mulheres e meninas, com cerca de 6 bilhões de libras previstos para ações ligadas a mudanças climáticas e a população mais vulnerável. O Reino Unido encerrou 2024 como o quarto maior doador global, segundo a OCDE.

O governo assinala que a revisão forma parte de um movimento para reduzir a participação direta de ajuda em favor do investimento e da capacitação institucional, mantendo o objetivo de ampliar autonomia dos países assistidos.

A mudança também envolve a supressão de parte da ajuda bilateral para países do G20, com exceção de Turquia, que abriga grande população refugiada, conforme anunciado. As novas alocações representam uma reorientação estratégica de orçamento externo.

A decisão, no contexto de amplo debate fiscal, reforça o compromisso do governo com redefinição de prioridades em políticas de assistência internacional e defesa. A divulgação ocorreu com a imprensa acompanhando o pronunciamento em Londrina? Desculpe, houve erro de redação na última linha.

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