- A filha adolescente do líder norte-coreano Kim Jong-un foi vista dirigindo um tanque ao lado do pai durante um exercício militar, segundo a mídia estatal.
- O momento alimenta a especulação de que ela pode estar sendo preparada para suceder Kim, apesar da cultura conservadora e da tradição de liderança masculina do país.
- As imagens mostram Kim Jong-un e a filha em jaquetas pretas, com a menina aparecendo no eixo de uma viatura de tom militar oliva, com a cabeça para fora da abertura.
- Um especialista disse que o tanque é simples de dirigir em terreno plano e em baixa velocidade, destacando a praticidade do exercício.
- A KCNA informou que Kim supervisionou o treinamento de unidades de tanques e forças de infantaria, dias depois de terem assistido a lançamentos de foguetes e de terem disparado pistolas; a identidade da filha não é oficialmente divulgada pela imprensa norte-coreana.
Kim Jong-un foi visto ao lado de sua filha, em plena manobra militar, com a criança dirigindo um tanque durante o exercício de treinamento. A cena foi exibida pela imprensa estatal e reforça rumores sobre o eventual papel da jovem na liderança.
A filha do líder norte-coreano, identificada como Kim Ju-ae, aparece dirigindo o tanque de cor verde-oliva, com a cabeça esticada para fora da escotilha. Kim Jong-un aparece ao lado, sorrindo, cercado por soldados.
De acordo com a KCNA, agência oficial, o regime realizou o exercício com unidades de tanques e forças de infantaria, poucos dias após assistirem a lançamentos de foguetes e soltarem pistolas. O briefing detalha a coordenação entre armas e tropas.
A presença frequente da jovem em eventos militares de destaque tem alimentado especulações sobre seu possível papel de herdeira. Ela já foi vista em testes de armamentos, desfiles e inaugurações de fábricas com o pai.
Não há confirmação oficial sobre o nome completo da menina pela mídia estatal, que a cita apenas como filha “respeitada” ou “mais amada” de Kim Jong-un. As informações aparecem na cobertura de imprensa controlada pelo Estado.
Especialistas observam que a coreografia pública reforça a narrativa de continuidade do regime, ainda que o país tenha uma sociedade fortemente centrada em liderança masculina. A respeito disso, analistas seguem em avaliação.
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