- O aiatolá Mojtaba Khamenei pediu que a segurança seja retirada dos inimigos internos e externos e concedida a todos os compatriotas, em comunicado dirigido ao presidente Masoud Pezeshkian, em 20 de março de 2026.
- O líder supremo também lamentou a morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib, e afirmou que a ausência dele deve ser compensada com esforços redobrados no ministério.
- O ministro da Inteligência foi morto em bombardeio de Israel na terça-feira, 17 de março; no mesmo dia, o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, também foi morto.
- A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã já dura 21 dias, com novas ações e retaliações na região.
- O campo de gás natural de South Pars, maior reserva mundial de gás, foi bombardeado por Israel na quarta-feira, 18 de março; Donald Trump afirmou que a Casa Branca não sabia do ataque e que Israel não vai mais bombardear o campo.
O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, pediu nesta sexta-feira que a segurança seja retirada dos inimigos internos e externos e concedida a todos os compatriotas. O comunicado foi dirigido ao presidente Masoud Pezeshkian. Khamenei também lamentou a morte do ministro da Inteligência, Esmail Khatib.
Segundo o texto, a ausência de Khatib deve ser compensada com esforços redobrados dos responsáveis pelo ministério, assegurando proteção a todos os cidadãos. A nota expressa solidariedade à família e aos trabalhadores do ministério.
Contexto e desdobramentos
A morte de Esmail Khatib ocorreu na terça-feira, 17 de março, em um bombardeio atribuído a Israel. No mesmo dia, Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, também foi morto, aumentando a tensão regional.
A escalada envolve Estados Unidos, Israel e Irã, já em seu 21º dia. O campo de gás natural South Pars, maior reserva mundial, foi bombardeado em 18 de março por Israel, em meio a disputas sobre a administração compartilhada entre Irã e Qatar.
Nesse cenário, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Casa Branca não tinha conhecimento do ataque e que Israel não continuará os bombardeios, segundo suas publicações.
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