- Porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã, Ali Mohammad Naini, morreu em ataque atribuído a Estados Unidos e Israel, conforme comunicado iraniano.
- Ataques com drones atingiram a refinaria Mina Al Ahmadi, no Kuwait, provocando incêndios e o desligamento de várias unidades.
- Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Irã está sendo dizimado, em meio a novos bombardeios na região.
- Aiatolá Mojtaba Khamenei pediu aos inimigos da nação que percam sua segurança, após Israel ter assassinado o ministro da Inteligência, Esmail Khatib.
- Irã disse manter a produção de mísseis mesmo diante da escalada, enquanto ataques aéreos israelenses também atingiram cidades no sul do Líbano, deixando feridos.
O porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã, Ali Mohammad Naini, morreu em ataques atribuídos aos Estados Unidos e a Israel, segundo comunicado do grupo. O episódio ocorre no 21º dia de escalada regional.
Ainda nesta sexta-feira, ataques com drones atingiram a refinaria Mina Al Ahmadi, no Kuwait, provocando incêndios. Não houve registro de vítimas, segundo a mídia estatal kuwaitiana.
Israel afirmou ter aumentado os ataques contra o Irã, enquanto o premiê Benjamin Netanyahu afirmou que o país está diante de um cenário de dizimação. Ele disse também que Teerã não teria mais capacidade de enriquecer urânio ou produzir mísseis.
Repercussões e declarações do Irã
O aiatolá Mojtaba Khamenei mandou que inimigos percam suas proteções, em resposta ao assassinato de Esmail Khatib, ministro da Inteligência do Irã. A mensagem foi publicada em nome do líder supremo.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que a produção de mísseis continua, apesar da guerra. A Guarda Revolucionária confirmou a continuidade do setor, via agência Fars.
Conflito no Golfo e ações regionais
A ofensiva também atingiu cidades do sul do Líbano, com ataques aéreos israelenses que feriram moradores. Fontes locais apontam impactos em Bafliyeh, Hanine e outras cinco cidades.
O Irã manteve alerta diplomático: o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, avisou a Londres que uso de bases britânicas pelos EUA seria visto como participação na agressão. A conversa ocorreu com a embaixadora britânica, Yvette Cooper.
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