- Ex-duquesa de York, Sarah Ferguson, negou ter participado ou planejado um reality show que envolvesse a clonagem dos cães da rainha Elizabeth II.
- Segundo reportagens, a ideia teria partido da Halcyon Studios para “preservar a linhagem” dos corgis Muick e Sandy, que passaram a ser cuidados pela duquesa e pelo ex-marido após a morte da monarca.
- A possibilidade teria envolvido conversas com diversas agências nos Estados Unidos em maio de dois mil e vinte e três.
- Um porta-voz afirmou a People que a ideia foi descartada após conversas iniciais, e que Ferguson costuma recusar propostas de televisão.
- O tabloide mencionou uma sinopse em que Sarah montaria uma empresa chamada “The Queen’s Corgis” para clonar e comercializar os cães.
A ex-duquesa de York, Sarah Ferguson, negou que planejou participar de um reality show que envolveria a clonagem dos cães da rainha Elizabeth II. A informação surgiu a partir de reportagens na imprensa britânica, que apontaram a ideia como parte de uma produção da Halcyon Studios. Ferguson tem 66 anos e foi casada com Andrew Mountbatten-Windsor entre 1986 e 1996.
Segundo as matérias, a proposta era preservar a linhagem dos corgis Muick e Sandy, cães da rainha falecida em 2022. A produção alega que a iniciativa partiu de uma sinopse interna destinada a explorar o tema da clonagem. As negociações teriam ocorrido após a morte da monarca.
A assessoria de Ferguson divulgou um comunicado à People, afirmando que a ideia foi descartada após conversas iniciais com a produtora. O porta-voz informou que a artista recebe propostas de televisão com frequência e que as negociações foram suspensas após a recusa da oportunidade sugerida.
Contexto sobre a negociação
Segundo o tabloide, a proposta previa que Sarah criasse uma empresa chamada The Queen’s Corgis, com o objetivo de comercializar clones dos corgis da rainha. O material não confirmou detalhes sobre etapas de produção, licenciamento ou cronograma.
Reação e desdobramentos
Ainda não há confirmação de outras entidades envolvidas no suposto projeto. A imprensa britânica segue acompanhando possíveis desdobramentos, com foco na veracidade das conversas ocorridas em maio de 2023 nos Estados Unidos.
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