- O porta-voz militar iraniano afirmou que o Irã tem controle total sobre o Golfo Pérsico, o Estreito de Ormuz e as águas próximas a Omã.
- Segundo ele, não há necessidade de afundar ou minar o Golfo para afirmar a posição do país, pois há domínio suficiente.
- O porta-voz ressaltou que as Forças Armadas iranianas são capazes de garantir a segurança na região e que países fora da área não têm direito de interferir.
- Ele disse que o Irã usará todos os meios necessários para manter a segurança, sem necessidade de colocar minas.
- A CNN informou, no início deste mês, que o Irã teria começado a colocar minas no Estreito de Ormuz, citando fontes de inteligência dos Estados Unidos.
O Irã afirmou possuir controle total sobre a região do Golfo Pérsico, o Estreito de Ormuz e as águas próximas a Omã. Segundo o porta-voz militar, não é necessário usar minas para consolidar a posição do país e a segurança da região deve ser garantida pelos iranianos.
Ebrahim Zolfaghari, porta-voz das Forças Armadas, ressaltou que o Irã tem domínio e poder suficientes para assegurar a estabilidade no Golfo Pérsico. Ele alertou que países externos não têm direito de interferir nos assuntos da área.
As declarações foram divulgadas pela imprensa iraniana, após relatos anteriores de que o Irã poderia minar o Estreito de Ormuz, uma rota estratégica pela qual passa grande parte do petróleo mundial. A informação sobre minas ainda não havia sido confirmada de forma oficial pelo governo iraniano.
Contexto recente
Analistas destacam a importância estratégica do Estreito de Ormuz para o fluxo de petróleo global, com cerca de 20% do petróleo bruto mundial passando pela região. Autoridades iranianas já indicaram, em outras ocasiões, que medidas de segurança e ações de dissuasão são instrumentos de defesa.
Reação internacional
Observadores apontam que a intervenção externa na região permanece sensível, com o Irã reforçando a mensagem de que atividades de terceiros não serão toleradas. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com atenção às possíveis consequências para o tráfego marítimo e o abastecimento energético.
Entre na conversa da comunidade