- Israel desviou um batalhão de combate da fronteira norte com o Líbano para a Cisjordânia ocupada, com centenas de soldados envolvidos.
- A medida ocorre em meio ao aumento da violência de colonos contra palestinos durante a guerra.
- O remanejamento acontece paralelamente à expansão das operações terrestres de Israel contra o Hezbollah no sul do Líbano.
- A decisão foi discutida em reuniões entre o primeiro-ministro e o chefe do Estado-Mior das Forças de Defesa de Israel.
- O chefe do Estado-Maior, Tenente-General Eyal Zamir, ordenou o reforço do contingente no Comando Central para ampliar a prontidão em diversos cenários.
Israel desviau um batalhão de combate da fronteira norte com o Líbano para a Cisjordânia ocupada. A decisão, tomada durante a guerra em curso, visa responder ao aumento dos crimes de colonos contra palestinos.
O remanejamento envolve centenas de soldados e ocorre enquanto o Exército intensifica operações terrestres contra o Hezbollah no sul do Líbano. A medida favorece o reforço em setores de defesa na Cisjordânia.
A decisão foi discutida em reuniões entre o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. As informações foram confirmadas por um oficial militar.
O aumento da violência ocorreu desde o início da guerra com o Irã. Segundo o grupo de direitos humanos Yesh Din, houve uma média de 10 ataques de colonos contra palestinos por dia desde o começo de março.
Contexto e reações
O chefe do Estado-Maior das IDF, Eyal Zamir, condenou a violência dos colonos durante visita à região, pedindo que o Estado atue para coibir o fenômeno. Um porta-voz das IDF informou que Zamir ordenou o reforço do contingente no Comando Central.
O Comando Central se refere à Cisjordânia e à necessidade de manter a prontidão para diversos cenários de defesa e ataque, conforme avaliação situacional das autoridades militares.
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