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Israel restringe operações no aeroporto de Tel Aviv

Israel restringe operações no aeroporto Ben Gurion: um voo por hora e no máximo cinquenta passageiros por decolagem, em meio à escalada no Oriente Médio

Na imagem, passageiros no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv
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  • Israel restringe operações no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv: a partir das 17h desta segunda-feira, apenas 1 voo por hora, com 1 pouso sem limite de passageiros e decolagem com no máximo 50 pessoas a bordo.
  • A medida reduz pela metade o fluxo de voos e a ocupação média das aeronaves que deixam o país, segundo o Times of Israel.
  • A ministra dos Transportes, Miri Regev, afirmou que a decisão busca evitar riscos à população e pode sofrer alterações conforme avaliação de segurança.
  • A restrição ocorre após ataques com mísseis iranianos terem atingido regiões centrais e ao sul de Israel no fim de semana; cerca de 140 mil israelenses retornaram ao país em voos de companhias locais.
  • No contexto regional, os Estados Unidos enviaram quatro mil e 500 militares ao Oriente Médio; o presidente Donald Trump fez ultimato ao Irã para reabrir rotas e o Irã respondeu ameaçando fechar o Estreito de Ormuz.

Israel restringiu as operações no aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, após avaliação de segurança. A medida, anunciada pela ministra dos Transportes, Miri Regev, entra em vigor hoje às 17h.

A partir de então, apenas 1 voo por hora será permitido, com pouso ilimitado de passageiros e decolagem limitada a 50 pessoas. A regra reduz pela metade o fluxo de voos e a ocupação das aeronaves.

Segundo o Times of Israel, a capacidade de decolagem cai para cerca de metade. A decisão visa reduzir riscos à população em meio a ataques recentes. Regev sinalizou que as regras podem mudar conforme a situação de segurança.

Ataques com mísseis balísticos iranianos atingiram regiões centrais e ao sul de Israel no fim de semana, aumentando a tensão na região. Em reabertura gradual, cerca de 140 mil israelenses retornaram em voos de companhias locais.

Nos últimos dias, Estados Unidos enviaram 4.500 militares ao Oriente Médio. A medida é vista como preparação para uma possível disputa pelo estreito de Ormuz. Trump pediu a reabertura da rota marítima com o Irã.

O presidente americano também indicou que poderia atacar alvos no Irã caso não haja cooperação. O Irã afirmou que pode fechar o estreito de forma indefinida e ampliar ataques a alvos estratégicos na região, em resposta a pressões externas.

— Contexto de tensões na região —

Um ataque americano ao Irã ocorreu após semanas de tensão diplomática. Em fevereiro, Trump sugeriu avaliar um passo adicional para conter o Irã, enquanto conversas com o Irã não resultaram em acordo. Autoridades iranianas indicaram disposição de concessões mediante reconhecimento do direito de enriquecer urânio para fins pacíficos.

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