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Acidente no Aeroporto LaGuardia deixa dois mortos e diversos feridos

Colisão entre avião da Air Canada e caminhão de bombeiros em LaGuardia mata dois pilotos e fere dezenas, cancela voos e fecha a pista 4

O acidente ocorreu durante a operação de emergência para outro voo
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  • Avião da Air Canada colidiu com um caminhão de bombeiros na pista 4 do Aeroporto LaGuardia, resultando na morte de dois pilotos e dezenas de feridos.
  • O acidente interrompeu as operações do aeroporto, com centenas de voos cancelados e a pista 4 fechada até as 7h de sexta-feira.
  • O voo 8646 de Montreal dirigia‑se para pousar na pista 4 cerca de três minutos após ser autorizado; o caminhão de bombeiros seguia para atender outra emergência.
  • Cerca de dezoito minutos depois, um controlador de tráfego aéreo disse que errou; a investigação fica a cargo da Administração Federal de Aviação (FAA) e do Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB), com cooperação de autoridades canadenses.
  • Uma comissária de bordo sobrevivente foi encontrada fora da aeronave, ainda presa ao assento; dois bombeiros ficaram hospitalizados e o número total de feridos continua sendo confirmado pelas autoridades.

O acidente ocorreu na pista 4 do Aeroporto LaGuardia, em Nova York, na noite de domingo. Um avião da Air Canada colidiu com um caminhão de bombeiros que se deslocava para atender outra emergência no aeroporto, provocando a morte de dois pilotos e dezenas de feridos. A colisão interrompeu as operações do aeroporto, com centenas de voos cancelados e a pista fechada temporariamente.

Segundo relatos, o voo 8646, operado pela Jazz Aviation para a Air Canada, pousava após ter decolado de Montreal-Trudeau. O caminhão de bombeiros da Autoridade Portuária cruzou a pista para atender a outra aeronave. Em seguida, houve a colisão, seguida de rápida evacuação dos passageiros para a asa da aeronave.

O que aconteceu, quando e onde

A colisão ocorreu por volta das 23h38 (horário local) de domingo, 22 de março, na pista 4 do LaGuardia, em Nova York. O voo de Montreal chegou a LaGuardia cerca de uma hora após a decolagem, com autorização de pouso prevista às 23h35. O caminhão de bombeiros estava a caminho de outra emergência no aeroporto, quando ocorreu o incidente.

Envolvidos e estado das vítimas

Dois pilotos morreram em decorrência dos ferimentos. A identidade de ambos não foi divulgada pela autoridade responsável, mas um deles foi confirmado pela imprensa como Antoine Forest. Várias pessoas ficaram feridas, entre elas uma comissária de bordo que foi erguida pelo assento durante o impacto e posteriormente localizada fora do voo. Além dos pilotos, dois bombeiros do caminhão atingido precisaram de atendimento médico. Dentre os feridos, muitos receberam alta nas horas seguintes, e o número total de feridos ainda está sendo atualizado pelas autoridades.

Impacto operacional

As operações no LaGuardia foram suspensas logo após o acidente e retomaram parcialmente na tarde de segunda-feira. Centenas de voos foram cancelados, e a pista 4 permanece fechada por tempo indeterminado, com previsão de reabertura apenas em horários específicos. A paralisação formou filas em aeroportos nacionais, agravando o cenário de atrasos já presente em todo o país.

Investigação e próximos passos

As autoridades americanas e canadenses iniciaram investigações conjuntas sobre a causa do acidente. Equipes do NTSB e do Canadian TSB já foram acionadas para analisar gravadores de bordo e dados de voo. A primeira leitura oficial sobre a configuração da torre de controle deve ficar pronta nos próximos dias. As investigações devem considerar diversos fatores contribuintes, com possibilidade de demoras para a conclusão.

Contexto adicional

A tragédia ocorre em um contexto de escrutínio sobre a segurança da aviação civil, após uma série de acidentes de alto perfil em 2025. A diretora executiva da Autoridade Portuária de Nova York informou que este é o episódio mais grave no LaGuardia em 34 anos. Autoridades ressaltam que não há evidências de que a paralisação do DHS tenha contribuído para o acidente, e que a segurança da operação continua sendo prioridade nas apurações.

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