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Bangladesh entre os 50 países mais perigosos para cristãos

Bangladesh ocupa o 33º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2026, com 71 casos de perseguição a cristãos durante as eleições e aumento da violência

Mulher em Bangladesh, onde cristãos enfrentam o aumento da perseguição
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  • Bangladesh ocupa a 33ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, que cobre o período entre outubro de 2024 e setembro de 2025.
  • A instabilidade política após a destituição da ex-primeira-ministra Sheikh Hasina, em 2024, abriu espaço para ataques extremistas e aumento da perseguição contra cristãos.
  • Em 2025, equipes da Portas Abertas registraram 71 casos de perseguição a cristãos durante o período da pesquisa.
  • Cristãos de origem muçulmana, líderes de igreja e famílias cristãs foram alvo de ameaças, pressão para abandonar a fé e risco de expulsão de aldeias.
  • Grupos extremistas atuaram com violência, expulsões de casas e intimidação para desencorajar a evangelização e a permanência na fé.

O Bangladesh ocupa a 33ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, estudo anual da Portas Abertas que mede a perseguição a cristãos. A divulgação ocorre no contexto de comemorações da independência do país, em 26 de março.

A pesquisa considera o período entre outubro de 2024 e setembro de 2025 para definir o ranking. Os resultados refletem a análise de ataques, restrições e pressões religiosas enfrentadas por comunidades cristãs.

Bangladesh: aumento da insegurança e violência contra cristãos

Segundo pesquisadores da Portas Abertas, a instabilidade política recente agravou a perseguição. A destituição da ex-primeira-ministra em 2024 abriu espaço para ações extremistas que se intensificaram em 2025.

Ao longo de 2025, parceiros locais registraram 71 casos de perseguição a cristãos, especialmente entre comunidades muçulmanas que passaram a enfrentar maior pressão. Líderes de igreja e minorias indígenas também foram alvo.

  • Evangelistas receberam ameaças de líderes religiosos e não puderam registrar queixas na polícia local.
  • Famílias cristãs foram pressionadas a abandonar a fé sob risco de expulsão de comunidade.
  • Cristãos de origem muçulmana ficaram entre os mais vulneráveis, com temores de ataques ou de acusações de blasfêmia.

Grupos extremistas aproveitaram o contexto de insegurança para aumentar ataques, expulsões de moradias, intimidações e pressão para renúncia à fé em Cristo.

Fontes: Portas Abertas, Lista Mundial da Perseguição 2026. Em caso de dúvidas sobre metodologia, o estudo detalha critérios, etapas e critérios de avaliação da lista.

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