- Falta de pagamento aos funcionários da Administração de Segurança nos Transportes (TSA) provocou paralisação parcial do governo e filas de inspeção que, em alguns aeroportos, chegam a até cinco horas.
- Companhias aéreas permitem remarcação ou cancelamento gratuitos de passagens durante a interrupção, com algumas isenções de taxas em certos casos.
- Agentes da TSA estariam pedindo demissão em massa, enquanto os trabalhadores seguem sem receber salário pela sexta semana consecutiva; governo não aprovou o orçamento para financiar a TSA.
- A Delta Air Lines cortou benefícios especiais destinados a congressistas em aeroportos, como check-in acelerado e atendimento em fila separada.
- Viajantes relatam voos perdidos por atrasos e cenas de passageiros dormindo no saguão; exemplos de longas filas são reportados no Aeroporto Intercontinental George Bush, em Houston.
O caos aéreo nos EUA é causado pela paralisação parcial do governo, que impede o pagamento dos salários dos funcionários da TSA. Com as filas de inspeção chegando a até 5 horas, companhias aéreas flexibilizam remarcações sem custo.
A TSA não recebe salários há mais de um mês, enquanto legisladores não aprovam novo orçamento para o Departamento de Segurança Interna. Em voos de e para grandes hubs, passageiros relatam atrasos graves e incerteza sobre chegada.
Viajantes relatam quedas de voos e longas esperas em aeroportos, incluindo o Intercontinental George Bush, em Houston. Em redes sociais, há relatos de pessoas dormindo no saguão e usando mochilas como travesseiro.
Delta Air Lines cortou benefícios especiais para congressistas nos aeroportos, como atendimento em fila dedicada e acompanhamento até o portão. Outras empresas também ajustam políticas diante da crise.
Companhias como Allegiant, Delta e United isentam taxas de cancelamento e remarcação em alguns casos, buscando mitigar impactos. Analistas destacam que empresas começam a agir diante da incerteza de curto prazo.
Especialistas apontam que as informações contraditórias entre aeroportos e companhias dificultam a organização dos passageiros, que tentam prever quando chegar ao aeroporto. A situação permanece sem um prazo definido para normalização.
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