- A Casa Branca disse que o presidente Donald Trump pode atacar o Irã com mais força se Teerã não aceitar que foi derrotado militarmente.
- A secretária de imprensa Karoline Leavitt afirmou que Trump não blefa e que o Irã não deve subestimar o momento.
- A guerra entre EUA, Israel e Irã avança na quarta semana, com esforços de mediação de Paquistão, Turquia e Egito.
- O Irã está analisando uma proposta norte-americana para encerrar o conflito; a resposta inicial foi negativa, mas não houve rejeição completa.
- As conversações com o Irã seguem em andamento e são consideradas produtivas pela Casa Branca.
Os Estados Unidos emitiram uma advertência dura ao Irã nesta quarta-feira, 25, afirmando que o presidente Donald Trump pode atacar com mais força se Teerã não reconhecer a derrota militar. A Casa Branca divulgou a posição em coletiva de imprensa.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa, disse que o presidente não blefa e está preparado para desencadear o que chamou de inferno, caso o Irã não aceite a realidade do momento. A fala ocorreu durante o briefing em Washington.
A declaração acontece na quarta semana do conflito envolvendo EUA e Israel contra o Irã, com esforços de mediação de Paquistão, Turquia e Egito para encerrar o confronto. A comunidade internacional acompanha.
Uma autoridade iraniana contou à Reuters que Teerã analisa a proposta dos EUA para fim da guerra, sem rejeitá-la de forma definitiva até o momento. As conversas com o Irã continuam, segundo Leavitt, e são qualificadas como produtivas.
Diálogo e negociações em curso
- As negociações seguem em andamento com participação de várias potências, sem anúncio de data para um acordo.
- Não houve confirmação de cessar-fogo ou termos finais, e o tema continua sob acompanhamento internacional.
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