- O Irã quer que o Líbano seja incluído em qualquer cessar-fogo com os Estados Unidos e Israel, conectando o fim da guerra à interrupção da ofensiva de Israel contra o Hezbollah.
- A informação foi divulgada pela Press TV, citando uma autoridade iraniana, e posteriormente discutida por mediadores com outras partes.
- Uma autoridade iraniana de alto escalão afirmou à Reuters que Teerã ainda analisa a proposta dos EUA para encerrar a guerra regional, sem rejeitá-la totalmente até o momento.
- Além disso, seis fontes regionais dizem que o Irã informou aos mediadores, já em meados de março, o desejo de um acordo que also interrompa os ataques de Israel ao Hezbollah.
- O Hezbollah abriu fogo contra Israel em 2 de março em solidariedade a Teerã, desencadeando campanha israelense no Líbano; não houve respostas oficiais imediatas de Teerã, Jerusalém ou Washington.
O Irã informou intermediários que quer que o Líbano seja incluído em qualquer cessar-fogo com os Estados Unidos e Israel. A posição foi compartilhada por seis fontes regionais com conhecimento do assunto.
Segundo as fontes, Teerã busca um acordo que ponha fim à ofensiva de Israel contra o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã. A Reuters também ouviu uma autoridade iraniana de alto escalão nesta quarta-feira.
A informação aponta que, em meados de março, o Irã comunicou aos mediadores o desejo de encerrar a guerra regional de forma abrangente, incluindo o Hezbollah no acordo. As autoridades de Israel e do Irã não comentaram até o momento.
- Hezbollah, criado em 1982 pelos Guardas Revolucionários, é visto como braço da aliança de grupos apoiados pelo Irã. O grupo respondeu aos ataques de Israel em 2 de março, aumentando a tensão na região.
Autoridades americanas destacam que desmantelar redes alinhadas ao Irã e desarmar o Hezbollah são considerados essenciais para a paz no Líbano e na região.
Uma das fontes afirmou que houve garantias iranianas sobre a inclusão do Hezbollah em um eventual acordo mais amplo. O Irã teria prioridade no Líbano, segundo a mesma fonte.
Entre na conversa da comunidade