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Países autorizados a usar o Estreito de Ormuz

Irã mantém o estreito de Ormuz aberto apenas a cinco aliados: China, Rússia, Índia, Iraque e Paquistão; inimigos não são autorizados

Na imagem, a região do estreito de Ormuz, por onde são transportados petróleo e gás natural liquefeito
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  • O ministro das Relações Exteriores do Irã disse que o estreito de Ormuz segue aberto, mas com restrições a países em guerra com Teerã, em 26 de março de 2026.
  • Os países autorizados a atravessar a via são China, Rússia, Índia, Iraque e Paquistão.
  • Araqchi afirmou que não há negociação no momento e que o Irã continuará com a estratégia de resistência.
  • O chanceler disse que houve contatos diplomáticos na região, mas a posição do Irã permanece firme e que garantias internacionais não são 100% confiáveis.
  • O ministro criticou a presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio, dizendo que bases americanas aumentam os riscos e não a segurança, e destacou que um cessar-fogo sem garantias tende a prolongar o conflito.

O chanceler iraniano, Seyed Abbas Araqchi, afirmou na quarta-feira, 26 de março de 2026, que o estreito de Ormuz permanece aberto, mas com restrições a países em guerra com Teerã. A declaração ocorreu em Teerã, via entrevista oficial, explicando quem pode transitar pela rota estratégica.

Segundo ele, China, Rússia, Índia, Iraque e Paquistão têm permissão para atravessar o estreito. Araqchi acrescentou que não há razão para permitir a passagem de inimigos do Irã e reforçou que a política é de resistência, sem negociações no momento.

O ministro destacou contatos diplomáticos com países da região, mas manteve a posição de princípios do Irã. Ele questionou a confiabilidade de garantias internacionais para cessar-fogo e citou histórico de retaliações como base de dissuasão própria.

Países autorizados

  • China
  • Rússia
  • Índia
  • Iraque
  • Paquistão

Araqchi criticou a presença militar americana no Oriente Médio, dizendo que bases dos EUA elevam riscos de segurança. Eventos recentes, segundo ele, mostraram que as instalações não garantem proteção aos países anfitriões.

O chanceler informou que um cessar-fogo sem garantias eficazes tende a prolongar o conflito. O inimigo, afirmou, deve aprender uma lição duradoura, com reparação aos danos sofridos pelo povo iraniano.

Ele classificou a resposta militar iraniana como um marco, ressaltando que as declarações de negociação por adversários representam uma forma de reconhecimento de derrota. A China tem defendido saídas diplomáticas e saidas oportunas para a paz.

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