- A Justiça italiana autorizou o prosseguimento do processo de extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil.
- O próximo passo é a análise do processo pelo Ministério da Justiça italiano, que deve liberar formalmente a extradição.
- Após a decisão, as autoridades italianas comunicam oficialmente o governo brasileiro, e a Polícia Federal fica responsável pela logística da transferência, com Zambelli permanecendo presa.
- A transferência será realizada sob escolta policial, e Zambelli ficará presa conforme definição do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
- Ela está na Itália desde julho, condenada pelo STF a mais de 15 anos de prisão após duas condenações, com inelegibilidade e perda do mandato; antes do trânsito em julgado, deixou o Brasil para buscar refúgio no exterior.
A Justiça italiana autorizou nesta quinta-feira (26) o prosseguimento do processo de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli para o Brasil. O próximo passo é a análise do caso pelo Ministério da Justiça italiano, que decide pela realização formal da extradição.
Após a decisão, as autoridades italianas informam oficialmente o governo brasileiro. A Polícia Federal ficará responsável pela logística da transferência, já que cabe ao Brasil buscar a extraditada. Zambelli continua presa durante todo o procedimento.
Segundo o advogado Berlinque Cantelmo, com a extradição aprovada a transferência deve ocorrer de forma rápida e sem que a custódia seja suspensa. A personagem será trazida sob escolta policial e ficará detida conforme determinação do STF.
Próximos passos
A ex-deputada pode ser encaminhada para a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, já na chegada ao Brasil. Ela está presa na Itália desde julho, após ser condenada pelo STF a mais de 15 anos de prisão, em duas condenações, com inelegibilidade e perda de mandato.
Antes do trânsito em julgado, Zambelli deixou o país e se refugiou na Itália. O governo brasileiro solicitou a extradição no contexto do processo em curso. O país solicita cumprir a decisão judicial e a transferência ocorre sob supervisão das autoridades brasileiras.
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