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Rússia diz querer novas negociações para acordo de paz na Ucrânia

Rússia diz estar em contato com os EUA para nova rodada de negociações de paz na Ucrânia, condicionada às circunstâncias que permitam avanços

Vista do Kremlin em Moscou
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  • A Rússia afirmou estar em contato com os Estados Unidos para uma próxima rodada de negociações de paz na Ucrânia, assim que as condições permitirem.
  • Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, disse que Moscou continua aberto ao diálogo e que houve progressos em negociações anteriores, desmentindo a ideia de perda de interesse.
  • Peskov ressaltou que ainda é necessário resolver questões-chave, incluindo a questão territorial, para avançar em um acordo.
  • O porta-voz também rejeitou trecho de artigo do New York Times que sugeria que a guerra com o Irã teria mudado o interesse de Putin nas negociações.
  • O assessor do Kremlin, Yuri Ushakov, informou que os EUA comunicaram a Rússia sobre uma rodada de conversas entre Washington e uma delegação ucraniana na Flórida, ocorrida no último sábado.

O Kremlin informou nesta quinta-feira que a Rússia está em contato com os Estados Unidos para uma nova rodada de negociações de paz na Ucrânia assim que as circunstâncias permitirem.

O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que Moscou continua aberto ao diálogo e que a próxima rodada deverá ocorrer assim que houver condições favoráveis. Ele rejeitou a ideia de que Putin tenha perdido o interesse nas tratativas.

Segundo Peskov, as negociações trilaterais já feitas mostraram algum progresso, mas questões centrais, incluindo pontos territoriais, ainda precisam ser resolvidas. A declaração surgiu após a divulgação de um artigo de opinião no New York Times.

Contexto das negociações e próximos passos

O porta-voz também confirmou que a Rússia não abandonou o objetivo de chegar a um acordo, ressaltando que o andamento depende das condições no terreno e das pautas em discussão.

O artigo do NYT citado afirmou que pressões econômicas teriam influenciado o interesse de Putin, mas o Kremlin rebateu dizendo que isso não corresponde à realidade e que as negociações seguem em pauta.

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