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EAU unem forças internacionais para reabrir o Estreito de Ormuz

Emirados Árabes Unidos buscam força-tarefa marítima internacional para reabrir Ormuz, defender a navegação e obter mandato da ONU

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  • Os Emirados Árabes Unidos disseram aos EUA e a aliados ocidentais que participarão de uma força-tarefa marítima multinacional para reabrir o Estreito de Ormuz.
  • O país também pressiona para criar uma “Força de Segurança de Ormuz” para defender a via de ataques iranianos e escoltar a navegação.
  • Diversos aliados dos EUA afirmam não ter planos imediatos de enviar navios para desbloquear o estreito, mesmo diante do pedido de apoio militar do governo americano.
  • A França informou que manteve conversas com cerca de 35 países para uma missão de reabertura, mas somente após o fim da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
  • O Irã bloqueou efetivamente o estreito, que representa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito global, elevando preços e preocupações inflacionárias; o UAE busca apoio no Conselho de Segurança da ONU para um mandato à força, com possível veto de Rússia e China.

Os Emirados Árabes Unidos acionaram os EUA e outros aliados ocidentais para formar uma força-tarefa marítima multinacional destinada a reabrir o Estreito de Ormuz, segundo o Financial Times. A iniciativa visa também criar uma Força de Segurança de Ormuz para proteger a passagem de ataques do Irã.

Fontes citadas pelo jornal dizem que o objetivo é defender a rota de navegação e aumentar a escolta de navios. O país busca apoio de dezenas de nações, em meio aos ataques iranianos que atingiram o Irã mais que qualquer outro estado da região.

Avaliação internacional

França informou, na quinta (26), que mantém conversas com cerca de 35 países sobre uma missão de reabertura, mas apenas após conflitos na região se acalmarem. O objetivo é buscar parceiros e propostas concretas para a operação.

O Irã bloqueou o estreito, que representa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito mundial, elevando preços e preocupando mercados. O tema também envolve o uso de um possível mandato do Conselho de Segurança da ONU.

Ações diplomáticas

Os Emirados também trabalham em uma resolução no Conselho de Segurança da ONU, com o Bahrein, para legitimar uma força-tarefa futura. Rússia e China são apontadas como potencias de oposição a essa medida.

Na semana passada, um alto funcionário dos Emirados indicou a possibilidade de aderir a um esforço liderado pelos EUA para proteger a navegação no estreito, em meio ao fechamento parcial da passagem pelo Irã.

O estreito é vitais para a economia dos Emirados, que são exportadores significativos de petróleo. O local já sofreu ataques a um porto emiradense utilizado no carregamento de petróleo.

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