- O Irã pediu ao Conselho de Direitos Humanos da ONU que condene o ataque a uma escola em Minab, ocorrido em 28 de fevereiro, com ausência de delegações dos EUA e de Israel na sessão.
- O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, classificou o ataque como crime de guerra e crime contra a humanidade, afirmando que mais de 175 alunos e professores morreram.
- Investigações preliminares citadas pela Reuters indicam que tropas dos EUA teriam usado dados de alvo desatualizados, não distinguindo a escola de uma base militar próxima.
- Araqchi acusou EUA e Israel de um padrão de ataques a infraestrutura civil, dizendo que mais de 600 escolas foram danificadas e mais de 1.000 alunos e professores mortos ou feridos no Irã.
- O ministro afirmou que o Irã não busca guerra, mas continuará se defendendo.
O Irã pediu ao Conselho de Direitos Humanos da ONU que condene o ataque aéreo contra uma escola em Minab, no sul do país, ocorrido em 28 de fevereiro. A denúncia afirma que mais de 175 alunos e professoras teriam morrido. Quem informa é o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.
Araqchi fez o apelo durante a sessão da ONU, em que delegações dos Estados Unidos e de Israel estavam ausentes. O chanceler qualificou o ataque como um crime de guerra e crime contra a humanidade.
Investigações preliminares, conforme a Reuters, indicam que o Exército dos EUA elevou a investigação após indícios de que forças americanas podem ter participado do ataque. Há sugestões de uso de dados de alvo desatualizados.
Tropas norte-americanas seriam suspeitas de não diferenciar a escola de uma base militar próxima, segundo as informações em apuração. O Irã afirma que não buscou conflito, mas que continuará se defendendo.
Araqchi destacou um padrão de ataques a infraestruturas civis, citando danos a mais de 600 escolas e mais de 1.000 alunos e docentes afetados em todo o Irã. O governo iraniano defende resposta proporcional e defesa legítima.
Investigação e posição iraniana
O chanceler reiterou que o Irã não pretende ampliar a guerra, mas que cobrará esclarecimentos. O Irã lembra que as ações internacionais devem respeitar o direito internacional humanitário.
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