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Mauro Vieira critica nações que lucram com a destruição

Mauro Vieira critica lucros com destruição e defende cooperação internacional para prevenir conflitos, durante reunião do G7 na França

Brasília (DF) 18/12/2025 - O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa do programa Bom Dia, Ministro Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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  • O ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, criticou países que lucram com a destruição promovida por guerras.
  • Ele participou, como convidado, da reunião de ministros do G7 na França.
  • Em entrevista à Rádio Nacional, Vieira defendeu a construção de mecanismos de cooperação entre países para evitar efeitos globais de conflitos locais.
  • Disse que as guerras atuais se fragmentam e aparecem de formas diferentes, citando Gaza, Cisjordânia e Ucrânia.
  • O Brasil mantém posição de equidistância, promovendo negociações e destacando o papel das Nações Unidas para manter a paz, proteger vidas e a infraestrutura.

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores do Brasil, criticou países que lucram com a destruição em guerras. A declaração foi feita durante participação na reunião de ministros do G7, na França, onde atuou como convidado.

Em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, o chanceler defendeu a construção de mecanismos de cooperação e convivência entre nações para evitar impactos globais de conflitos locais.

O chefe da diplomacia brasileira afirmou que as guerras atuais se manifestam de maneiras diferentes das grandes guerras passadas, citando Gaza, Cisjordânia e Ucrânia como exemplos.

Segundo Vieira, há países que buscam ganhos financeiros com a destruição, gerando efeitos negativos na economia mundial. A crítica é alinhada à posição brasileira de cooperação entre Estados.

O Brasil enfatiza a importância de manter mecanismos de cooperação e de prevenção de conflitos, ressaltando o papel das Nações Unidas na preservação da paz e da segurança internacional.

Vieira reiterou que o Brasil procura manter uma posição de equidistância, propondo negociações para que as partes cheguem a soluções que protejam vidas civis e infraestruturas, evitando a escalada do conflito.

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