- O Corpo da Guarda Revolussinária Islâmica afirma que é proibido o transporte marítimo com origem ou destino em portos de aliados dos inimigos israelenses e americanos; o Estreito de Ormuz está fechado.
- Três navios porta-contêineres de diferentes nacionalidades foram obrigados a dar meia-volta no Estreito após avisos da marinha da Guarda Revolucionária.
- A medida ocorre em meio a negociações entre Estados Unidos e Irã, em um contexto de escalada de hostilidades na região.
- O conflito já deixou mais de mil setecentos e cinquenta civis mortos, segundo uma ONG com sede nos Estados Unidos; a Casa Branca registra, ao menos, 13 mortes de soldados americanos.
- O confronto se expandiu para outros países da região, com ações do Irã e ataques do Hezbollah no Líbano e reação de Israel.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) informou nesta sexta-feira 27 que o Estreito de Ormuz permanece fechado para navios com origem ou destino em portos de aliados ou apoiadores dos inimigos israelenses e americanos. A orientação vale independentemente da rota ou do destino final das embarcações.
Três navios porta-contêineres de distintas nacionalidades teriam sido obrigados a retornar após avisos da marinha do IRGC. O IRGC avisou que qualquer passagem pela região seria alvo de medidas severas.
Situação no Estreito de Ormuz
O IRGC confirmou a indisponibilidade do estreito para o tráfego, destacando que o espaço marítimo é sensível no atual cenário regional. Autoridades internacionais acompanham o desdobramento com cautela.
Contexto do conflito no Oriente Médio
A escalada envolve os Estados Unidos e Israel contra o Irã, com ataques aéreos, destruição de alvos e assassinatos de lideranças, segundo relatos de organismos internacionais. Países vizinhos relatam ataques que aumentaram deslocamentos e tensões.
Desdobramentos regionais
No Líbano, militantes alinhados ao Irã realizaram ações contra território israelense, causando respostas militares. O contexto inclui resposta israelense em território vizinho e ações de alianças regionais.
Repercussões internacionais
Autoridades iranianas alegam que os ataques atingem apenas alvos de interesses norte-americanos e israelenses na região. As potências ocidentais monitoram possíveis impactos para o comércio e a segurança marítima.
Entre na conversa da comunidade