- Trump sugeriu reduzir gastos dos EUA com a Otan, dizendo que o bloco não estaria mais ajudando os EUA conforme suas ações recentes.
- Ele afirmou, em Miami Beach, que os Estados Unidos gastam centenas de bilhões por ano para proteger aliados e não seriam mais obrigados a manter essa proteção.
- O presidente pediu que outros países enviassem navios de guerra para abrir o Estreito de Ormuz, apresentando a ação como um teste de lealdade.
- O relato menciona conflito no Oriente Médio entre EUA e Israel contra o Irã, com ataques regionais, mortes de civis e de militares, e retaliações iranianas a diversos países.
- Também aponta a eleição de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do Irã e menciona críticas de Trump a essa escolha.
Donald Trump sugeriu reduzir o financiamento dos EUA à Otan, afirmando que o bloco não está protegendo os interesses americanos. A declaração ocorreu durante discurso em Miami Beach, Flórida, na sexta-feira (27). O presidente também comentou a necessidade de que aliados contribuam mais com defesa, para ficar menos dependentes dos EUA.
Segundo o presidente, os Estados Unidos gastam centenas de bilhões de dólares por ano com a Otan para proteger outros países, mas, pelas ações recentes, ele questiona a necessidade de manter esse envolvimento. A ideia é apresentada como resposta a pedidos de ajuda europeia que não teriam sido atendidos.
Trump pediu a países aliados que enviassem navios de guerra para reabrir o Estreito de Ormuz, descrevendo a mobilização como um teste de lealdade. Ele destacou que o esforço seria relativamente pequeno para nações que dependem da proteção dos EUA.
Contexto: tensão no Oriente Médio
O conflito no Oriente Médio envolve EUA e Israel contra o Irã. Segundo o relato da reportagem, a guerra teve início em 28 de fevereiro, com ataques que teriam eliminado o líder supremo Ali Khamenei em Teerã, além de derrubar sistemas militares iranianos. Autoridades iranianas respondem com ataques a vários países da região.
O governo iraniano afirma mirar apenas alvos ligados a interesses dos Estados Unidos e de Israel na região. O combate também levou a ações do Hezbollah, apoiado pelo Irã, e a ofensivas aéreas de Israel contra posições no Líbano, onde milhares de pessoas teriam morrido.
Estatísticas citadas indicam mais de 1.750 civis mortos no Irã desde o início do conflito, segundo uma ONG com sede nos EUA, enquanto a Casa Branca registra, ao menos, 13 mortes de soldados norte-americanos em ataques iranianos.
Entre na conversa da comunidade