- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em rede social que o Brasil, junto com o México, manterá o apoio à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
- O Chile deixou de apoiar a candidatura de Bachelet quatro dias antes; no momento, o país tem José Antonio Kast como presidente.
- Lula disse que Bachelet é altamente qualificada e tem o melhor currículo para a função.
- O petista afirmou que ela pode ser a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU, com foco na paz, no multilateralismo e no desenvolvimento sustentável.
- Bachelet já foi presidente do Chile em duas ocasiões, além de ter atuado como comissária da ONU para os Direitos Humanos e diretora executiva da ONU Mulheres.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, neste sábado, em suas redes sociais, que o Brasil seguirá apoiando a candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU. A decisão é conjunta com o México, segundo Lula.
A afirmação ocorreu quatro dias após o Chile, hoje sob o governo de José Antonio Kast, retirar o apoio à ex-presidente chilena. Lula destacou que Bachelet tem fortes credenciais para liderar a organização.
Lula elogiou a trajetória de Bachelet, mencionando que a candidata tem experiência relevante para fortalecer o multilateralismo e promover o desenvolvimento sustentável no plano global. A ex-presidente do Chile já ocupou cargos de destaque na ONU.
Contexto regional e reação do Chile
A medida brasileira mantém alinhamento com a candidatura de Bachelet, apesar da mudança no apoio chileno. O Chile havia sinalizado apoio à líder chilena, o que mudou com a chegada de um governo conservative.
Bachelet já foi comissária de Direitos Humanos da ONU e diretora executiva da ONU Mulheres, além de ter presidido o Chile por dois mandatos. A candidatura segue em pauta com o acompanhamento de representantes brasileiros e mexicanos.
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