- Israel atingiu mais de dois mil alvos do Hezbollah no território libanês; no último dia, cento e setenta infraestruturas do grupo foram atingidas.
- As tropas dizem atuar tanto no sul do Líbano quanto em Israel para garantir a segurança dos cidadãos.
- O conflito ocorre em duas frentes: contra o Irã e contra o Hezbollah no Líbano, que lança cerca de cento e cinquenta foguetes por dia.
- Cerca de um milhão de civis já evacuou as áreas de combate; Israel diz adotar medidas para minimizar danos, como panfletos e ligações de alerta.
- O porta-voz citou o cessar-fogo de novembro de 2024, que previa o desarmamento do Hezbollah, mas afirmou que as operações continuam até a ameaça ser eliminada.
Israel intensificou operações militares contra o Hezbollah no Líbano, atingindo mais de 2 mil alvos do grupo em território libanês, segundo o porta-voz das FDI para países de língua portuguesa. O objetivo declarado é manter a segurança dos cidadãos israelenses.
No último dia, a ofensiva resultou na destruição de 170 estruturas ligadas ao Hezbollah, conforme citado pelo porta-voz. As ações ocorrem tanto no sul do Líbano quanto em outras áreas do país, com uso considerável da força aérea.
Conflito em duas frentes
O porta-voz afirmou que Israel opera contra o Hezbollah no Líbano e, ao mesmo tempo, confronta o Irã na região. O grupo libanês é apontado como responsável por um volume diário de foguetes estimado em cerca de 150, alvo de operações israelenses.
O Hezbollah é descrito pela defesa israelense como treinado, armado e financiado pelo regime iraniano. O porta-voz destacou que Israel não faz fronteira com o Irã, mas o Irã utiliza proxies na região, incluindo o Hezbollah, o Hamas e outras organizações.
Impacto civil e evacuações
A respeito das políticas de proteção à população, a defesa afirmou adotar medidas para minimizar danos civis, como avisos pré-operatórios. Aproximadamente um milhão de civis já deixaram as áreas de conflito, no sul do Líbano e na região de Beirut.
Táticas e objetivos
Segundo Rozenszajn, as operações visam desativar o Hezbollah com precisão, especialmente porque o grupo costuma usar civis como escudos. A fala enfatizou que a guerra não é contra o povo libanês, mas contra o grupo considerado terrorista.
Cessação de fogo e continuidade das ações
O porta-voz mencionou que houve um acordo de cessar-fogo em novembro de 2024 entre o governo libanês e Israel, que previa o desarmamento do Hezbollah no sul do Líbano, mas não houve implementação. As operações, conforme ele, devem continuar enquanto a ameaça permanecer.
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