- O porta-aviões USS Ford, avaliado em US$ 13 bilhões e com 337 metros de comprimento, recuou do Mar Vermelho e foi direcionado à ilha de Creta para reparos.
- Incidentes incluem incêndio na lavanderia e falhas estruturais que tiraram a embarcação de operação em meio a tensões na região.
- O fogo atingiu áreas próximas aos alojamentos, provocando que marinheiros dormissem no chão por dias e transporte de roupas sujas por helicópteros.
- Problemas com os banheiros e com o sistema de descarga, considerado moderno, geram custos adicionais e exigem manutenção constante.
- A Marinha dos Estados Unidos informou que o navio passará por avaliações, reparos e reabastecimento, sem prazo definido para a conclusão.
O maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Ford, com 337 metros de comprimento e avaliado em US$ 13 bilhões, foi obrigado a recuar das operações no Oriente Médio. Problemas internos levaram a embarcação a deixar a área de atuação e seguir para a ilha de Creta, onde permanece atracado para reparos.
A aeronave de cabelos de guerra voltou a sofrer falhas estruturais após uma sequência de incidentes. Um incêndio atingiu a área da lavanderia, afastando a tripulação de seus alojamentos e forçando a transferência de roupas por meio de helicópteros para outros navios, segundo relatos citados pelo New York Post.
Além do fogo, surgiram problemas nos banheiros da embarcação, com entupimentos e falhas nas descargas. O sistema sanitário, considerado moderno e sustentável, demanda manutenção constante e tem gerado altos custos operacionais.
A Marinha dos EUA anunciou que o porta-aviões passará por avaliações, reparos e reabastecimento, mas não informou prazo para o retorno à operação. A gravidade dos problemas gerou críticas de especialistas sobre a confiabilidade dos sistemas a bordo.
Uma investigação foi aberta para apurar as causas do incêndio e os possíveis danos. O Ford havia sido enviado recentemente para reforçar operações militares na região, mas foi retirado para soluções técnicas.
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