- A Guarda Costeira dos Estados Unidos autorizou a entrada de um petroleiro estatal russo, Anatoly Kolodkin, carregando cerca de 730 mil barris de óleo bruto, em Cuba para fornecer suprimento de energia.
- O navio deve atracar no porto de Matanzas na terça-feira, 31 de março de 2026, depois de ficar a poucos quilômetros das águas cubanas na noite de domingo.
- O bloqueio imposto pelos EUA desde janeiro já causou apagões diários e escassez de gás em Cuba; a decisão busca evitar confronto direto com a Rússia na costa da Flórida.
- A medida é vista como alívio para a crise energética cubana por algumas semanas, em meio a críticas internacionais e a acusações de crise humanitária.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, já sugeriu a possibilidade do uso da força militar em certas situações, citando Cuba como potencial próximo alvo após o Irã.
O Guarda Costeira dos Estados Unidos autorizou a entrada de um petroleiro estatal russo, o Anatoly Kolodkin, carregado com cerca de 730 mil barris de óleo bruto, para abastecer Cuba. A nave estava a poucos quilômetros das águas cubanas na noite de 29 de março de 2026 e deve atracar no porto de Matanzas na terça-feira, 31 de março. A informação foi registrada pelo New York Times, citando fonte oficial sob sigilo.
O governo dos EUA, que mantém um bloqueio à ilha desde janeiro deste ano, não ordenou a interceptação do navio desta vez. Em anos anteriores, a Guarda Costeira patrulhou e chegou a interceptar embarcações vinculadas ao regime cubano e a seus parceiros.
A medida busca aliviar a crise energética de Cuba, que enfrenta apagões diários e escassez de gás, agravada pelas sanções econômicas. Críticas internacionais e notificações da ONU associam o bloqueio a risco de crise humanitária.
Contexto da operação
A reportagem aponta que a decisão de permitir a chegada do petroleiro russo foi tomada para evitar um confronto direto com a Rússia nas proximidades da costa da Flórida. A situação é acompanhada de perto por governos e organismos internacionais.
De acordo com o texto, o bloqueio gerou disputas diplomáticas e debates sobre a necessidade de assegurar suprimentos básicos para a população cubana. A reportagem cita ainda comentários do presidente dos EUA sobre o uso da força em determinadas situações, sem detalhes sobre novos planos específicos.
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