- O presidente do parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que as forças iranianas estão “aguardando” tropas americanas e acusou os EUA de planejar secretamente uma invasão terrestre.
- Ghalibaf afirmou ainda que, ao oferecer diálogo, os EUA buscam o que não conseguiram alcançar pela guerra, apresentando uma lista de quinze pontos na diplomacia.
- O iraniano destacou que o inimigo divulga mensagens públicas de negociação enquanto planeja a invasão, e que os iranianos estão prontos para responder.
- O Paquistão sedia hoje discussões entre ministros das Relações Exteriores de Turquia, Egito e Arábia Saudita com o objetivo de reduzir a escalada da guerra.
- O USS Tripoli, com 3.500 militares americanos, chegou ao Oriente Médio, enquanto o Pentágono avalia os próximos passos.
O Irã afirmou que suas forças estão em posição de responder a uma possível invasão terrestre dos EUA, acusando Washington de planejar secretamente a ofensiva enquanto busca negociações. A declaração chega em meio a tensões na região.
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, destacou que o diálogo oferecido pelos EUA seria uma forma de obter o que não alcançaram na guerra. Segundo ele, as mensagens públicas de negociação contrastam com movimentos militares de fundo.
Ghalibaf afirmou ainda que, caso os americanos exijam rendição do Irã, a resposta dos iranianos seria firme, sem aceitar humilhação. Essas falas ocorrem em meio a esforços de mediação na região.
Desdobramentos diplomáticos
O Paquistão recebe hoje ministros das Relações Exteriores da Turquia, Egito e Arábia Saudita, em busca de reduzir a escalada do conflito. O encontro visa estabelecer canais para evitar novos confrontos.
Enquanto isso, o USS Tripoli, com cerca de 3.500 militares americanos, chegou ao Oriente Médio, segundo o Comando Central dos EUA. O Pentágono avalia próximos passos logísticos e militares na região.
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