- A Casa Branca afirmou que não houve alteração formal na política dos EUA em relação a Cuba, embora o carregamento de combustível de um petroleiro russo tenha ocorrido por razões humanitárias.
- Os EUA mantêm o direito de apreender embarcações que violem sanções, caso seja legalmente aplicável.
- As exportações de petróleo da Venezuela para Cuba foram interrompidas após a captura de Nicolás Maduro, e o ex-presidente Donald Trump ameaçou tarifas a futuros fornecedores.
- Segundo o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, Cuba não recebe um navio-tanque há três meses, agravando a crise energética no país.
- A Rússia informou que chegou a Cuba um navio-tanque com 100 mil toneladas de petróleo bruto.
A Casa Branca afirmou que não houve mudança formal na política brasileira? Não, na política dos EUA em relação a Cuba. Mesmo assim, a entrega de combustível por um petroleiro russo recebeu autorização para atender necessidades humanitárias na ilha. A decisão é tratada caso a caso.
Segundo a secretaria de imprensa Karoline Leavitt, não houve alteração na política de sanções. A entrega ocorreu para prestar assistência humanitária ao povo cubano, sem modificar o regime de restrições vigente.
A medida ocorre em meio a interrupções nas exportações de petróleo venezuelano para Cuba após a captura de Nicolás Maduro e em meio a tensões com a Rússia. A Casa Branca manteve o direito de apreender embarcações que violem as sanções.
Contexto da crise energética em Cuba
Trump havia sinalizado, no fim de semana, apoio à energia cubana independentemente da origem do petróleo. Cuba aponta que não recebe um navio-tanque há três meses, agravando o racionamento de combustível e apagões no país.
Autoridades cubanas indicam que o déficit de energia eleva o risco de mortalidade entre pacientes com câncer, com impacto especialmente em crianças. A Rússia informou que um navio-tanque com 100 mil toneladas de petróleo chegou a Cuba recentemente.
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