- Milhares de soldados da 82ª Divisão Aerotransportada dos EUA chegaram ao Oriente Médio, ampliando a presença militar na região.
- Os paraquedistas de Fort Bragg se somam a milhares de marinheiros, fuzileiros navais e forças de operações especiais, com cerca de 2.500 fuzileiros já no território.
- As autoridades não divulgaram para onde exatamente os militares estão sendo enviados, mas o movimento era esperado.
- O governo avalia ações que poderiam incluir a tomada da Ilha de Kharg e discute o uso de tropas no Irã para extrair urânio enriquecido e para garantir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz.
- Desde o início das operações, os EUA disseram ter atingido mais de 11.000 alvos; mais de 300 soldados ficaram feridos e 13 morreram.
Militares da 82.ª Divisão Aerotransportada do Exército dos EUA começaram a chegar ao Oriente Médio, segundo duas autoridades norte-americanas. A atuação envolve paraquedistas de Fort Bragg, além de marinheiros, fuzileiros e forças de operações especiais já enviadas à região. Não houve confirmação sobre o destino exato das tropas.
Ao todo, cerca de 2.500 fuzileiros navais chegaram à região no fim de semana, e os contingentes adicionais incluem elementos do quartel-general da 82ª, logística e suporte, além de uma brigada de combate. As autoridades não especificaram para onde as tropas foram encaminhadas, mas o deslocamento foi considerado esperado.
Aipes de tensão aumentam com o debate interno na gestão de Donald Trump sobre possíveis operações no Irã. Entre as opções discutidas estão ações para assegurar a passagem de navios no estreito de Ormuz, ações na Ilha de Kharg, centro de grande parte das exportações iranianas, e a possibilidade de operações terrestres para extrair urânio de alta concentração. Também se discutiu a presença de tropas dentro do Irã para facilitar o livre trânsito de petroleiros.
Trump afirmou que o governo está em conversações com um regime considerado mais razoável para encerrar o conflito, ao mesmo tempo em que manteve o tom de pressão para que Teerã abra o Estreito de Ormuz. A linguagem do anúncio ressaltou a melhoria das condições na região, sem detalhar medidas específicas.
Desde o início das ações, em 28 de fevereiro, os EUA afirmaram ter atingido mais de 11.000 alvos, com mais de 300 militares feridos e 13 mortos durante a operação Fúria Épica. As informações sobre vitórias e baixas são baseadas em comunicados oficiais e relatos de autoridades não identificadas.
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