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Israel aprova pena de morte para condenados por terrorismo

Aprovada por sessenta e dois votos a favor e quarenta e oito contra, lei prevê pena de morte para terroristas, passível de conversão em prisão perpétua; a Associação pelos Direitos Civis em Israel recorrerá à Suprema Corte

Israel aprova pena de morte para condenados por terrorismo
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  • Israel aprovou a pena de morte para terroristas, com 62 votos a favor e 48 contra.
  • A lei se aplica a criminosos condenados por atos terroristas contra cidadãos ou residentes em Israel, podendo ser revertida para prisão perpétua.
  • A Associação pelos Direitos Civis em Israel disse que vai recorrer à Suprema Corte para anular a legislação.
  • Os Estados Unidos disseram respeitar o direito de Israel de determinar suas próprias leis.
  • A última aplicação da pena de morte em Israel foi em 1962, para um criminoso de guerra nazista; a ONU criticou a aprovação.

Israel aprovou a pena de morte para condenados por terrorismo. O texto passou com 62 votos a favor e 48 contra, e vale para criminosos condenados por atos terroristas contra cidadãos ou residentes em Israel. A pena pode ser revertida para prisão perpétua.

A Associação Pelos Direitos Civis em Israel anunciou que vai recorrer à Suprema Corte para anular a legislação, contestando o impacto dos dispositivos legais. A decisão envolve mudanças no tratamento de condenados por terrorismo.

Estados Unidos afirmaram respeitar o direito de Israel de definir suas leis, enquanto a ONU criticou a aprovação. A pena de morte foi aplicada pela última vez em 1962, em um caso de guerra nazista, segundo autoridades internacionais.

Recurso judicial

A Associação Pelos Direitos Civis em Israel apresentará recursos à Suprema Corte para contestar a nova lei, alegando violação de direitos. A expectativa é de debate sobre constitucionalidade e aplicação prática.

Reação internacional

O governo dos EUA reiterou a posição de respeito à soberania israelense sobre leis internas. A ONU questionou o uso da pena de morte, ressaltando debates globais sobre direitos humanos e eficácia contra o terrorismo.

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