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Refugiado preso pelo ICE perde quimioterapia e entra em estado terminal

Refugiado laosiano preso pelo ICE perde quimioterapia e entra em estado terminal; família busca autorização para tratamento nos EUA

Manifestantes protestam contra o ICE no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, em 23 de março de 2026, em Atlanta, Geórgia
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  • Oudone Lothirath, refugiado lao de 57 anos, vive nos EUA desde os anos 1980 e foi preso pelo ICE em 2021 ao tentar regularizar a sua situação.
  • Ele foi diagnosticado com câncer de pulmão em estágio avançado e vinha recebendo quimioterapia, que foi interrompida após a detenção.
  • Atualmente está em estado terminal; a família e advogados buscam autorização para que ele possa receber tratamento nos Estados Unidos, sem sucesso até o momento.
  • O caso ganhou atenção internacional e gerou protestos contra o ICE; organizações de direitos humanos criticam políticas de imigração e o acesso a cuidados médicos.
  • O caso ilustra dificuldades de refugiados e imigrantes em obter saúde e direitos básicos, ressaltando a necessidade de revisão de políticas migratórias e de garantias de tratamento.

O refugiado Oudone Lothirath, 57 anos, vive nos Estados Unidos desde os anos 1980. Em 2021, ele foi preso pelo ICE, durante tentativa de regularizar a situação migratória. Desde então, a saúde dele tem piorado devido à limitação no acesso a tratamento médico adequado.

Oudone foi diagnosticado com câncer de pulmão em estado avançado. Ele recebia quimioterapia, mas o tratamento foi interrompido após a detenção. Atualmente, o estado de saúde é descrito como terminal, conforme relatos de familiares e advogados.

A família e a defesa buscam autorização para que Oudone continue o tratamento nos Estados Unidos, mas ainda não houve concessão. A gestão do caso atraiu atenção internacional e provocou protestos contra o ICE, criticado por organizações de direitos humanos.

Situação médica

Desafios de acesso a serviços médicos para imigrantes e refugiados são evidentes na história de Oudone. A suspensão da quimioterapia agravou o quadro, com sinais de deterioração clínica observados pela rede de apoio.

Repercussão e desdobramentos

Organizações e defesa dos direitos humanos questionam as políticas migratórias que afetam pacientes vulneráveis. O caso permanece em andamento e os familiares seguem buscando uma solução que permita tratamento contínuo.

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